Entrevistas


07 Mar 2020

Bombeiro que mora em Feira de Santana será um dos participantes do primeiro reality show produzido pela Netflix

Radicado em Feira de Santana, na Bahia, o pernambucano João Paulo Gadelha (@jpgadelha) é um dos nove participantes do primeiro reality show produzido pela Netflix no Brasil. O The Circle Brasil será apresentado por Giovanna Ewbank e tem estreia marcada para o dia 11 de março. A versão brasileira do programa dará ao vencedor o prêmio de R$ 300 mil.

Em conversa com o Alô Alô Bahia, João Paulo, que faz parte do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA), revelou as expectativas.
 
Como surgiu a ideia de participar do The Circle e qual o balanço você faz da experiência?
Fiz minha inscrição e foi realizado em todo país um casting rigoroso, composto de várias etapas. Posso dizer que foi uma experiência única, inovadora e de muito aprendizado.
 
Quais você considera que são as principais características de uma pessoa popular?
Eu diria que autenticidade é a principal característica. Num mundo atual onde observamos tanta superficialidade, sobretudo nas redes sociais, imprimir verdade em sua personalidade é algo fundamental.
 
Quais você acha que são os limites na busca pela popularidade?
Para mim a busca por popularidade deve ser algo natural e espontâneo. A partir do momento que esquecemos nossos princípios e valores essa busca se torna algo tóxico e nocivo. Nunca devemos passar por cima de ninguém, nem muito menos deixar de lado a humildade. Traçar metas, correr atrás e manter os pés fincados no chão formam uma base sólida para qualquer pessoa se tornar popular e consequentemente atingir o sucesso.
 
Quais você acredita que foram os principais desafios que você precisou superar no reality?
O confinamento foi um dos principais desafios. Lidar com pessoas através de uma rede social, onde não sabíamos quem poderia estar por trás daquela imagem também foi muito difícil. Embora tenha uma boa percepção o confinamento e a falta de informações do mundo externo são fatores que pesam bastante. Nesse período pude me auto-avaliar, aprender a controlar mais minhas emoções e colher os frutos desse grande aprendizado.
 
Quais são os seus planos após o The Circle?
Pretendo seguir na minha carreira de Bombeiro Militar da Bahia, ajudando pessoas e salvando vidas. Entretanto não descartarei futuros projetos irão surgir. Tentarei administrar meus planos e conciliar com minha carreira militar aos moldes do que já venho fazendo em minhas redes sociais.
 
Foto: Divulgação. Siga o insta @sitealoalobahia

20 Fev 2020

Alô Alô Bahia entrevista Preta Gil

A cantora Preta Gil se prepara para comandar o Bloco da Preta no Carnaval de Salvador nesta sexta-feira (21), às 21h30, no Circuito Barra/Ondina, e o que não vai faltar é boa energia e muita animação. Em bate-papo com o Alô Alô Bahia, a cantora falou sobre Carnaval, arte, família e, claro, as novidades que está preparando para a folia baiana. Vem ver! 

Alô Alô Bahia - O que o público pode esperar do Bloco da Preta em Salvador?

Preta Gil
- Do Bloco da Preta sempre podemos esperar uma vibração de amor, energia positiva contagiante e muita música, que todo mundo gosta. Neste ano, quero apresentar uma das músicas que fiz na Bahia com Aila Menezes. Então, teremos Din Din Dom ao vivo sim! Além de Aila, chamei Majur e Ruxell para fazermos um som.

AAB - O que você destacaria como a coisa mais especial do Carnaval de Salvador e do Rio? Tem algum Carnaval que você possa destacar como um dos mais especiais e marcantes da sua vida?

PG - O Brasil é um país plural em sua singularidade e o Carnaval reflete isso. A energia é uma só e as expressões mudam um pouco mas, ao final, todo mundo quer a mesma coisa. A Sapucaí tem algo mágico, assim como os blocos afro e tradicionais de Salvador.  Amo os dois carnavais que frequento desde pequena religiosamente. São tantas, tantas emoções de Carnaval que nem sei, mas certamente ter desfilado como rainha de bateria da Mangueira foi algo muito forte e que “ dividiu águas” na minha vida.

AAB - Enquanto mãe, qual o seu sentimento ao ver o seu filho, Francisco Gil, também seguindo a carreira artística e quais os principais aprendizados você busca transmitir a ele?

PG - Ele cresceu observando como funciona esse ofício da arte, viu o avô, o pai, os tios e a mim e desenvolveu um senso de responsabilidade. É muito emocionante vê-lo entregar um trabalho tão genuíno e maduro logo no início. Eu só quero que ele confie em sua intuição e faça o que acredita. RAIZ é um álbum especial que me emociona do inicio ao fim.  

AAB - Em sua opinião, quais são os(as) artistas que prometem ser o grande destaque da música brasileira neste ano?

PG - Não gosto de fazer esse tipo de previsão, pois a música brasileira abraça diversos estilos e alguém pode ser gigante em um nicho e desconhecido em outro. Eu admiro quem tem personalidade, traz mensagem e que faz o povo esquecer seus problemas. A música não é uma olimpíada, o importante é fazer.

AAB - Quais dicas você daria para que os foliões curtam o Carnaval da melhor maneira possível?

PG
- Respeitem o espaço do outro, divirtam-se, hidratem-se, tenham bons amigos por perto e venham ao Bloco da Preta.

AAB - Quais são as suas expectativas para a turnê da família Gil na Europa que acontecerá neste ano? O que este encontro nos palcos representa pra você?

PG - Esse encontro será um sonho coletivo. Não sabemos de detalhes ainda, mas viajaremos por 45 dias juntos para fazer 15 shows na Europa. Antes de ser artista, sou a irmã, a filha, a tia, a mãe e a avó que estará vivendo uma grande alegria pessoal. Como artista, é um presente poder fazer parte dessa familia de grandes profissionais.

 
 

19 Fev 2020

Alô Alô Bahia entrevista Baby do Brasil

A presença de Baby do Brasil torna ainda mais completa as comemorações dos 70 Anos do Trio Elétrico, tema do Carnaval 2020 do Governo do Estado da Bahia. Convidada especial para a festa, a primeira mulher a cantar no trio elétrico vai se apresentar neste domingo(23), a partir das 17h30, no pôr do sol da Praça Castro Alves. 

“É com muita honra e emoção que comemoro os 70 Anos do Trio Elétrico, como a primeira cantora de trio, na Praça Castro Alves, onde tudo começou”, nos disse a cantora, que promete balançar o chão da praça com um repertório que traça a sua trajetória na folia da Bahia, desde os Novos Baianos até os dias atuais. Abaixo, um bate-papo exclusivo!
 
Alô Alô Bahia– Baby, você está preparando alguma homenagem especial para o show de domingo?

Baby do Brasil – Sim, estou preparando uma homenagem e priorizando o meu repertório da época da criação do trio elétrico, para que nessa comemoração histórica possamos resgatar a música de qualidade que sempre fizemos no Carnaval da Bahia.

Alô Alô Bahia – Qual será sua agenda após o Carnaval?

Baby do Brasil – Logo após o Carnaval, vou me concentrar totalmente na nova turnê“ Baby2020”. Faremos shows no dia 24 de abril no Vivo Rio, 01 de maio no Tom Brasil (São Paulo) e 09 de maio, no Teatro Castro Alves, em Salvador.

Alô Alô Bahia – Quando está na capital baiana, quais programas gosta de fazer?

Baby do Brasil – Amo ver o mar da Bahia, tomar sorvete de tapioca, encontrar meus amigos queridos e ir aos restaurantes veganos, japoneses e baianos.  
Foto: Marcos Hermes. Siga o insta @sitealoalobahia.

11 Fev 2020

Alô Alô Bahia entrevista a cantora Belita

Com uma trajetória de mais de 20 anos dedicados à musica, a cantora Belita ( @therealbelita ) vem conquistando uma legião de fãs que se indentificam com o seu estilo pop latino.

Prestes a lançar um novo EP, que será disponibilizado nas plataformas digitais e no seu canal no Youtube, a artista, que se se divide entre Brasil e Itália, desembarcou em Salvador para cumprir agenda de compromissos profissionais - entre eles a participação no Programa Universo, na TV Aratu, na próxima sexta-feira (14). Alô Alô Bahia bateu um papo sobre carreira, projetos e inspirações. Vem ver!
 

Alô Alô Bahia - A gente queria começar a entrevista te provocando pra você contar o início da sua história com a música, como tudo começou e como que foi a transição até chegar em 2020.

Belita - A história é um pouco longa, pois se trata de mais de 20 anos da minha vida. Agora eu tenho 25 (anos) e começou assim que eu nasci. Minha mãe sempre me falou que eu aprendi a cantar antes de falar e é um talento que nasceu comigo. Desde pequena disse para os meus pais que eu ia ser cantora quando fosse adulta e tive a sorte que eles sempre acreditaram em mim. Incentivaram-me a estudar, para ter um plano B, mas me apoiaram, e isso não é tão obvio assim, então eu tenho muita sorte por isso. Então eu continuei estudando e ao mesmo tempo comecei a fazer aulas de canto quando tinha uns 14 anos. Isso já foi na Itália, onde eu moro. Fiz cinco anos de canto, depois fui pra faculdade e quando estava no último ano, já prestes a me formar, comecei o projeto do meu primeiro CD.
 

AAB - Você mora na Itália, mas tem uma presença forte aqui no Brasil, né? Você transita muito bem pelos dois países, como é que são suas experiências tanto na Itália quanto no Brasil? O que você faz lá, como é sua rotina? E o que você faz quando chega aqui no Brasil?

Belita - Minha mãe é brasileira, sempre venho aqui nas minhas férias. Agora posso vir um pouco mais por que me formei e eu consigo acompanhar meu trabalho também de longe. É maravilhoso pertencer a duas culturas tão diferentes, mas ao mesmo tempo parecidas. Me sinto muito rica por isso e me sinto muito sortuda. Na verdade são duas rotinas completamente diferentes. Por exemplo, aqui eu acordo muito mais cedo. No Brasil a rotina das pessoas começa mais cedo. A noite na Itália é mais viva. Se posso me permitir falar da questão de segurança, lá na Europa tem cidades que são mais seguras, então a gente vive a noite tranquilamente.
 

AAB - Tanto Brasil como Itália inspiram você na criação do seu trabalho. Quais são as referências que não podem faltar, sua marca registrada? E como as duas culturas influenciam na sua formação musical?

Belita - Pelo fato de ser ainda uma artista em crescimento aqui no Brasil, a maioria das pessoas ainda não me conhecem, então eu quis fazer um CD com músicas que me representassem, contassem quem eu sou como pessoa, como artista e expor minhas experiências. Meu objetivo, e acho que a coisa mais legal de ser cantora, é que você pode inspirar outras pessoas com suas músicas e que, através delas, tenham alguma recordação, se enxerguem e se emocionem. A coisa mais importante, mais gratificante desse trabalho, é justamente isso. O que eu gosto do Brasil e que me inspira muito, é a alegria, o calor que tem o público brasileiro. O brasileiro é conhecido no mundo inteiro por essa energia, esse astral. Então eu tento misturar, equilibrar as duas coisas.


AAB - Quem são as suas referências artísticas?

Belita - Me inspiro muito na Shakira porque acho que ela é uma artista muito espontânea, sempre muito sorridente, simples e muito sensual, sem nunca ser vulgar. Para o meu trabalho, ela é muito importante. Gosto muito também da Jennifer Lopez, ela é a diva absoluta. Inclusive, fiquei muito emocionada em ver minhas duas grandes referências no show do Super Bowl deste ano, não me recuperei ainda (rs). Então, esse ‘toque latino’ que acabo trazendo no meu trabalho tem tido uma boa aceitação do público na Itália, pois eles têm procurado evidenciar esses estilos mais modernos que não são tão comuns por lá.
 

AAB - Quais são os artistas com quem você gostaria de desenvolver uma parceria?

Belita - Meu sonho é poder fazer algum trabalho com essas minhas grandes referências, que são Shakira e Jennifer Lopez. Gosto muito da Miley Cyrus também, apesar de ser um estilo diferente. Eu a acompanho desde o início, acho que ela tem uma voz incrível, uma sensibilidade única, então é uma artista que me inspira muito também e que seria muito legal fazer uma parceria também. No cenário brasileiro, gosto muito de Iza, acho que ela é uma grande referência da música brasileira, tem uma voz linda, presença cênica forte, dança muito. Pra mim, ela é a ‘Beyoncé brasileira’.


AAB - Quais são os valores que você mais busca preservar enquanto artista?

Belita - Humildade, pra mim, é um dos valores mais importantes. Admiro muito quando vejo esses artistas famosos e realizados que mantêm a própria essência, simplicidade e a espontaneidade.


AAB - Como funciona o seu processo criativo?

Belita - Estou trabalhando com a Massive Arts Studios, que pra mim é a referência italiana em termos de produção. Tenho essa parceria com eles desde o início, quando eu comecei gravando meus primeiros covers e minhas primeiras músicas autorais, antes de fazer o meu primeiro CD. Então, o nosso processo é mais ou menos assim: tenho uma ideia, digo pra eles o que quero fazer – normalmente também já começo a ter ideias para o clipe nesse momento -, eles começam a produzir a partir das minhas indicações, me mandam os testes e a gente vai trocando feedbacks até sair o resultado esperado. Quando a melodia fica pronta, eu faço a composição e a gente grava. A partir daí, têm algumas músicas que ficam só no áudio e outras que ganham clipes.


AAB - Quais são os principais desafios desse processo?

Belita - Normalmente sou muito perfeccionista nesse processo pra estar sempre satisfeita, pois quero ter a sensação de olhar e ouvir o meu trabalho daqui a cinco anos e ainda me arrepiar e me emocionar. Além disso, por estar no início da carreira, não tenho uma equipe muito grande, então muitas coisas sou eu mesma que faço, inclusive as partes mais burocráticas de direitos autorais, por exemplo. Então, na verdade, a gravação da música e do clipe é a cereja do bolo de tantos processos que estão envolvidos por trás dessa produção.
 

AAB - Quais momentos mais marcantes da sua carreira você destacaria e quais têm sido os maiores desafios ao longo dessa trajetória?

Belita - Foram muitos momentos especiais. Um deles foi quando gravei o clipe da música “Tribu” com os índios no ano passado. Conhecer essa cultura foi uma experiência muito importante. Quando lancei meu primeiro clipe, quando lancei minha primeira música, enfim, foram muitos momentos inesquecíveis.

Acredito que um dos principais desafios é lidar com comentários maldosos, principalmente nessa era das redes sociais, pois nem todo mundo consegue emitir opiniões de maneira educada e inteligente. Outra coisa que me incomoda também são pessoas que acabam dando opiniões excessivas sobre como o meu trabalho deveria ser ou não e aquelas que criam a expectativa de que eu permaneça em um mesmo estilo porque, na verdade, sou uma artista que gosta muito de experimentar ritmos e misturas diferentes.
 

AAB - Quais são os seus projetos para 2020?

Belita - Vou lançar uma música nova daqui a duas semanas, que fará parte de um novo EP que está vindo por aí. Além disso, vou gravar o clipe dessa faixa nova no início de março.
 

Foto: Elias Dantas / Alô Alô Bahia. Siga o insta @siteloalobahia.


08 Jan 2020

Alô Alô Bahia entrevista Astrid Fontenelle

Em passagem por Salvador, onde estará até o final do mês, a jornalista Astrid Fontenelle, esposa do secretário de Turismo da Bahia, Fausto Franco, recebeu o Alô Alô Bahia, ontem, para um conversa franca. Falou sobre diversos assuntos relacionados à Bahia e também sobre o seu casamento à distância com Fausto.
 
Alô Alô Bahia - O que mais te chama atenção e te atrai na Bahia?
Astrid Fontenelle - Uma soma de coisas: a Baía de Todos os Santos e sua água na temperatura ideal pro melhor banho de mar do mundo; as tantas histórias sobre a cultura e a arte; as comidas e o povo baiano!!

Alô Alô - Quais foram os principais marcos e aprendizados do seu ano de 2019?
Astrid Fonenelle - 2019 foi o ano q mudou o formato do meu casamento. Hoje eu moro em São Paulo e Fausto (Franco) aqui em Salvador. “Emprestamos” ele pro governo. E estamos todos nos desdobrando pra que ele fique focado nessa missão da Secretaria de Turismo.
 
Alô Alô - O que você mais aprendeu com a temporada de 2019 do Saia Justa? Quais você acredita que sejam as reflexões e temas que precisam ganhar cada vez mais espaço em 2020?
Astrid Fontenelle - O Saia é minha pós graduação. Foram 46 programas. Muitos livros lidos, muita reflexão. Em 2020 temos que continuar com nosso foco nas questões do universo feminino, falar mais sobre tolerância e empatia. Temos que contribuir com uma boa reflexão sobre o Brasil e o mundo, em vários aspectos. Arte e cultura estarão no centro das atenções. Somos grandes incentivadoras de leituras. Vamos continuar com nossa espécie de curadoria de livros.

Alô Alô - O que não pode faltar nas suas férias? Como vai aproveitar esse período de descanso?
Astrid Fontenelle - Nas nossas férias não pode faltar uma viagem internacional e nosso real descanso que é aqui na Bahia comendo caranguejo e tomando todos os sorvetes possíveis.

Alô Alô - Quais são as expectativas para o ano de 2020? Projetos ou novidades que possa nos adiantar?
Astrid Fontenelle - Terei novidades, isso é certo. Mas... tudo no seu tempo!!


Foto: Reprodução/Redes sociais. Siga o insta @sitealoalobahia.
 

30 Dez 2019

Alô Alô Bahia entrevista a jornalista Rafaela Fleur

A jornalista e influencer de lifestyle Rafaela Fleur está em Salvador para uma temporada de férias e trabalho depois de mudar para São Paulo há seis meses, onde alia os compromissos decorrentes de seu perfil no Instagram com a atividade de analista de marketing e moda no Rosset Group, maior grupo têxtil da América Latina. “Minha experiência com redes sociais e jornalismo foram fundamentais para essa nova função. Consigo unir meus conhecimentos de comunicadora com a paixão que sempre tive com a moda”, afirma. Confira a seguir a entrevista: 

Você está com 23 anos e tem o perfil no Instagram desde a adolescência. O que mudou de lá pra cá? 

Comecei como influencer há quase 7 anos. Cursava Artes e Cinema e e participava de um blog. Sempre gostei muito de foto e queria um espaço meu que eu pudesse postar as coisas que gostava. Antes me inspirava em outras pessoas e tentava ser alguém que não era. Hoje eu sei quem sou de verdade e consigo compartilhar o que realmente acredito. Construí minha identidade ao inves de fazer colagens. É isso trouxe retorno de pessoas que me acompanham há muitos anos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

fui no sesc hoje e o moço da cafeteria perguntou se eu me vestia assim mesmo normalmente, é mole??????

Uma publicação compartilhada por Rafaela Fleur (@rafaelafleur) em

Suas postagens são diferentes das outras influencers, voltadas para looks do dia. Por quê? 

Eu tento compartilhar no meu perfil as coisas que me inspiram e a forma que eu vejo o mundo. As cores, as roupas, as pessoas, o que me faz vibrar. Eu acho mais importante compartilhar isso do que minha cara. O que eu acho que deve ser mostrado são as referências que tenho.

Como foi sair de Salvador e viver um novo ciclo em São Paulo?

É um processo difícil sair de Salvador. Foi muito complicado. Nunca pensei em morar em outro lugar, mas precisava tomar essa decisão por questões profissionais. Passei um mês no Rio, mas também o mercado não estava bom. Então restou São Paulo. Lá as pessoas olham muito si mesmo e não o outro. E muita gente lá estranha quando você diz que está tudo bem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

os olhos sangram

Uma publicação compartilhada por Rafaela Fleur (@rafaelafleur) em

Seu dia a dia morando sozinha é uma das pautas de suas postagens.  Como é compartilhar perrengues de uma vida adulta? 

Isso de morar sozinho é muito louco, porque eu fui criada com minha avó, menina mimada desde sempre. A casa de meu pai também sempre foi muito cheia de gente. E aí me mudei para morar em um studio, sem ninguém, sem nem um copo. Eu lembro que o cifão da pia estourou no meu primeiro dia lá. As pessoas tem muito essa ideia do Instagram que tudo ali é perfeito, mas na verdade é um processo duro, que eu estou engatinhando. Se for pra compartilhar alguma coisa, que a gente compartilhe coisas reais. 

Como é cobrir um evento como o Festival Virada Salvador para o perfil no Instagram do maior jornal do Norte e Nordeste, o Correio?

Terceiro ano fazendo essa cobertura me mostra o quanto trabalhar com Instagram sendo jornalista é mágico. E ter a possibilidade de fazer isso em Salvador é incrível. Vc ver um fã gravar uma mensagem para o artista e a gente mostrar a esse artista, que devolve esse carinho, como aconteceu na cobertura do show de Iza, por exemplo, mostra como eu amo ouvir essas histórias. Foco, trabalho e esforços para fazer o conteúdo trazem um resultado sensacional.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

hoje eu tô tipo GTA (foi outro dia a foto mas edai)

Uma publicação compartilhada por Rafaela Fleur (@rafaelafleur) em

Foto: Divulgação. Siga o insta @sitealoalobahia.
 

29 Nov 2019

Alô Alô Bahia entrevista Érico Brás

O ator e apresentador Érico Brás prepara para comandar o talk "Eu me aceito. E você?", no TEDx Rio Vermelho, em Salvador, no próximo dia 7 de dezembro, onde irá promover reflexões importantes ao público. Em entrevista ao Alô Alô Bahia, ele adiantou um pouco das suas expectativas com o evento, além de fazer um balanço sobre o ano de 2019 e contar como gosta de passar as festas de fim de ano. Vem ver!


Alô Alô Bahia - O que o público pode esperar do seu talk no TEDx Rio Vermelho, em Salvador, e quais são as suas expectativas para o evento?

Érico Brás - Eu sempre achei legal a iniciativa do TED, porque é um espaço onde as pessoas colocam as suas ideias de solução para os problemas do mundo. Eu sempre quis fazer. Já assisti alguns ao vivo, outros na internet. E acho que, como um pensador, alguém da arte, uma pessoa que, hoje, apresenta um programa e que sempre questionou a forma como os negros são tratados no Brasil, eu me sinto apto a fazer um TED. A minha expectativa é que as pessoas que irão lá apresentar o TED consigam trazer ideias inovadoras para a sociedade brasileira.

 

AAB - Com o ano perto de finalizar, qual balanço você faz de 2019 no que diz respeito a sua carreira profissional e no que diz respeito ao Brasil?

EB - Em relação à minha carreira profissional, foi muito bem. Eu abracei mais um desafio – que foi de ser apresentador. Para mim, é um sucesso, porque sempre quis ocupar esse espaço. Hoje eu sou um ator-apresentador e apresentador-ator. Do ponto de vista do Brasil, eu acho que, ultimamente, se deu um retrocesso. Em alguns setores da sociedade, a gente deu uma parada e, em outros, a gente até retrocedeu. E eu posso citar a arte como um desses mais prejudicados. A arte brasileira foi a mais prejudicada nesse retrocesso todo. Eu falo porque eu sou da arte e sei o quanto a gente perdeu, o quanto a gente não conseguiu avançar mais, e tudo isso por conta do corte de incentivo, pela desvalorização da arte no Brasil. Isso foi uma das maiores perdas que tivemos esse ano.

 

AAB - Mais especificamente no âmbito da arte e cultura, quais você acredita que tenham sido as boas novidades e os bons destaques de 2019?

EB - A gente não teve muita novidade, não. O que vale ressaltar é a resistência. O cinema e o teatro foram muito resistentes nesse ano de 2019. A gente sabe que a arte não morre, mas que foi desconfortável esse ano, foi. Portanto, há de se louvar a resistência do cinema e do teatro em meio a tanta desordem e desvalorização que a arte passou, esse ano, no país.


AAB - Quais são as suas projeções profissionais para 2020? 

EB - Eu tenho coisas. Eu estou querendo a voltar a fazer teatro. Até o início desse ano, eu estava com um musical e parei por conta do “Se Joga”. Mas, ano que vem, eu quero fazer alguma coisa de teatro e mais algumas coisas de cinema – embora o tempo esteja um pouco curto.


AAB - Você tem superstições com relação à virada de ano? Onde vai aproveitar o Natal e o Réveillon?

EB - No Natal e no Réveillon, eu vou ficar em Salvador. Não tenho superstições, eu tenho crenças. Eu sou do candomblé, religião de matriz africana, então eu passo de branco, eu faço os meus agradecimentos, eu faço os meus pedidos e passo sempre em família.


 


22 Nov 2019

Artista multimídia, a cantora Lia Paris fará show intimista em Salvador

A artista multimídia Lia Paris lançará em Salvador o álbum MultiVerso, nesta sexta-feira. O show, apenas para convidados, será realizado, a partir das 19h, no rooftop do Hotel Fasano, na Praça Castro Alves, onde ela irá apresentar faixa por faixa desse seu terceiro trabalho musical.
 
O novo disco conta com sete grandes coprodutores, em uma mistura de influências que faz parte da sua obra autoral soft-eletrônica e tropical.
 
No clima intimista, característico do Fasano, Lia aproveitará a oportunidade para contar sobre o processo criativo de algumas canções. Na estreia europeia de MultiVerso, a cantora e compositora se apresentou no Clube Silencio, do cultuado diretor americano David Lynch, em Paris, onde mostrou toda a sua mescla de música contemporânea com influências artísticas de todo o mundo. Além da capital francesa, ela também fez shows na Alemanha, Espanha e Portugal.  
 
Como foi a estreia europeia de MultiVerso ?
 
A minha estreia na Europa foi um sonho realizado. Foi logo depois de um show no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, que também foi um outro sonho, porque é um grande palco. Lançamos em Paris, no Clube Silencio, que foi idealizado pelo David Lynch. Tinha tudo a ver com a proposta conceitual do meu disco, que tem uma pegada, uma proposta surrealista. E o lugar é maravilho. É um clube secreto em Paris.
 
Qual sua expectativa para o show de hoje, no Fasano?

É maravilhosa porque é um lugar muito lindo. Eu sempre fui muito bem recebida no Fasano. Eu fiz esse ano uma mini turnê Fasano. Fiz show no hotel de Belo Horizonte, no Londra (no Rio), em São Paulo e agora aqui. E todos eles foram diferentes. Fiz com banda e hoje vai ser a primeira vez que farei numa proposta diferente, em formato voz e violão.
 
É a primeira vez que se apresenta na capital baiana? O que mais lhe atrai na cidade?
 
É a primeira vez que eu faço um show na capital baiana. A semana passada fiz em Trancoso. Estou muito feliz de estar aqui de volta. A Bahia pra mim é um lugar mágico, poderoso. Me atrai muito as cores, os sabores, os cheiros, a mistura, a cultura. Estou muito feliz, muito especial.
 
Foto: Divulgação. Siga o insta @sitealoalobahia

13 Nov 2019

Alô Alô Bahia entrevista Bruno Reis

Constantemente citado como possível candidato à prefeitura de Salvador, Bruno Reis não tem parado nos últimos dias. Anteontem, participou da inauguração do Senai Cimatek Park, em Camaçari. Em seguida, embarcou para São Paulo, de onde nos deu essa entrevista. Vice-prefeito e Secretário de Obras de Salvador, Bruno fala a seguir sobre projetos, carreira política e diferenças e semelhanças com ACM Neto.

Vice-prefeito, um dos homens de confiança do prefeito ACM Neto, secretário de Infraestrutura, tocando obras importantes e com uma agenda extensa de inaugurações. Acredita que estes fatores podem te fazer ser o escolhido de Neto para disputar a prefeitura?

A vida me ensinou que obra nenhuma funciona se a gente não pensar no cidadão que pode ser beneficiado por ela. Então, para tocar obra é preciso conhecer as pessoas. Se essa forma de ver o mundo e fazer gestão me ajudar a ser o candidato do nosso grupo, vou ficar muito gratificado.
 
Muitos acreditam que, por tudo isso, você é o favorito na corrida. Concorda?

Na condição de vice-prefeito, é natural que eu possa ser candidato a suceder o prefeito ACM Neto. Mas nenhuma candidatura se sustenta sem o apoio do povo. Nas ruas, eu tenho sido tratado com carinho.
 
Hoje, seus principais "adversários" são da base do prefeito ACM Neto - tem Leo Prates, Geraldo Júnior e o próprio Guilherme Bellintani, que tem corrido por fora. Como você observa isso? Por que você acredita que a oposição está tão carente de nomes?

O nosso grupo político, o grupo liderado pelo prefeito ACM Neto, teve a capacidade de criar novos gestores. Eu me orgulho de me incluir entre eles. E isso é bom. No momento certo, o nosso candidato será escolhido. Se a escolha recair sobre o meu nome, lutarei para levar a melhor gestão do país adiante com o intuito de fazer muito mais. O problema da oposição cabe a eles resolver.
 

Sabemos que ser prefeito de Salvador é um dos seus sonhos, talvez o principal deles. Em sua carreira política, tem outros sonhos? Ser governador, presidente, quem sabe?

Se eu tiver a chance de ser prefeito de Salvador, não tenham dúvidas, farei dessa a oportunidade da minha vida. Esse é meu foco, um sonho de cada vez.

Imaginemos Bruno Reis prefeito. Qual seria a primeira ação deste prefeito na cidade?

Implantar um inovador programa social transversal, com ações integradas, nas áreas de educação, empreendedorismo, esporte, cultura e reparação, para enfrentar e combater, de forma incisiva, as desigualdades históricas em Salvador, gerando emprego, renda e desenvolvimento sustentável para a população, especialmente a mais pobre, nas periferias da capital baiana, para as quais já destinamos 76% dos recursos municipais.
 
Você e ACM Neto são muito amigos. Na política, quais as diferenças e semelhanças entre vocês dois?

ACM Neto é um irmão que a vida me deu. Um homem de grande coração, extremamente generoso, o que se reflete na política social da capital baiana – com diversos programas e iniciativas que servem como referência para todo o país. Porém, tenho que dizer: cada um é produto da sua própria vida. E a vida me fez passar por uma série de dificuldades e de obstáculos. A necessidade de superar tantas adversidades contribuiu muito para a minha formação como ser humano. Não tenham dúvidas de que o prefeito ACM Neto e eu temos os mesmos princípios, valores, pensamentos e ideias para fazer a nossa cidade avançar em todos os setores, como já tem acontecido. Mas, cá entre nós, eu sou uma pessoa mais “de boa” e paciente – ou zen, como dizem, do que ele. Isso no trabalho. Na vida privada, ambos somos desencanados e descontraídos...
 
O que te deixou mais feliz até hoje nas suas ações como vice-prefeito? E qual a obra em Salvador mais te deixa entusiasmado? 

Tenho que confessar: estou no momento mais feliz da minha vida. Vocês não imaginam o quanto é bom trabalhar e estar, de domingo a domingo, nas ruas da minha cidade, iniciando ou inaugurando, pelo menos, duas obras diariamente, sem parar. Corto a cidade de norte a sul, de leste a oeste, semanalmente. Em qualquer comunidade que chego, sou muito bem recebido pela população. São tantas mensagens de apoio, abraços, pedidos para tirar selfies, que eu fico ligado nos 220v. Não há melhor forma de recarregar as minhas baterias do que receber tanto carinho da população, que confia e reconhece o nosso trabalho e o nosso compromisso com a capital baiana. Salvador virou um canteiro, com obras importantes em todas as áreas e bairros, mas o programa que mais me deixa entusiasmado, sem sombra de dúvidas, é a requalificação integrada da Bacia do Mané Dendê, no Subúrbio Ferroviário. Essa é uma das áreas mais pobres da cidade, onde ainda existem pessoas vivendo em condições subumanas. E, com esse projeto, que terá investimento de mais de R$ 400 milhões, em saneamento e esgotamento sanitário, abastecimento de água, drenagem, obras de infraestrutura e habitação, vamos transformar de verdade a vida das pessoas quem moram nessas localidades.

Foto: Divulgação. Siga o insta @sitealoalobahia.


10 Nov 2019

Alô Alô Bahia entrevista o chef Kaywa Hilton

A capital baiana vai receber no próximo dia 28 de novembro, no Pelourinho, mais uma edição do Mesa Nômade com o chef estrelado Kaywa Hilton. Em conversa com o Alô Alô Bahia, ele destaca quais são as expectativas com o evento, além da sua experiência com a gastronomia francesa e principais desafios do ofício. Vem ver!


Alô Alô Bahia – Como surgiu o desejo de trabalhar com gastronomia e o que ela representa na sua vida?

Kaywa Hilton - A minha paixão pela gastronomia vem de berço. Com mãe francesa e pai baiano, a gastronomia sempre esteve presente na minha vida. Logo aos dezessete anos, não me identificava com o ensino clássico escolar, então decidi migrar para algo mais específico, gastronomia, e juntamente com a minha família decidimos que o melhor seria morar na França onde teria a oportunidade de aprender com os melhores tutores e chefs de grandes hotéis e restaurantes parisienses. Hoje tenho 11 anos exercendo essa profissão e acredito que ela representa muito a minha vida.


AAB – Quais foram as experiências que você considera que mais te moldaram enquanto profissional e quais foram os principais desafios e aprendizados profissionais que você teve até hoje nos lugares por onde passou?

Kaywa Hilton - A experiência mais construtiva como cozinheiro foi a vivência de 7 anos na França, onde aos dezessete entrei no mercado profissional trabalhando em um dos mais tradicionais restaurantes estrelados de Paris, La Grande Cascade, onde colaborei por dois anos e até hoje acredito ter sido o meu maior desafio, onde lutei contra meus medos, cruzei fronteiras culturais, chorei, sorri e aprendi muito. Após esses dois anos de aprendizado, me senti pronto para continuar ascendendo e decidi integrar a equipe do estrelado Hotel Plaza Athene em Paris. Foi um total de 4 restaurantes durante esses anos. Em 2014 cheguei ao Rio de Janeiro, onde fui o sous chef da clássica cozinha de Roland Villar (chef francês baseado no Rio) no Sofitel, após um ano de trabalho em conjunto fomos premiados com uma estrela no guia Michelin, um dos momentos mais lindos que vivi na minha vida profissional.


AAB – Quais são as principais marcas da sua gastronomia e quais são os aprendizados mais marcantes que você carrega da sua experiência na França?

Kaywa Hilton - Acredito que a gastronomia vai além do paladar. A minha cozinha tem a intenção de tocar as pessoas através de todos os seus sentidos, despertando uma experiência sensorial. Apaixonado pelos ingredientes hoje as minhas maiores preocupações são o cuidado e a procedência do produto. Temos que buscar nos aproximar dos produtos e produtores para assim garantir que seja bom para nossos clientes e também para o nosso planeta.


AAB – Você tem algum ingrediente ou prato favorito? 

Kaywa Hilton -
 Ingredientes são inúmeros, tanto descobertos quanto aos muitos para descobrir. Creio que o aprendizado é constante e infinito, como no surf estaremos sempre atrás do ingrediente perfeito ou o que ninguém usou, também acredito que hoje temos que nos voltar para os produtos de estação e ter mais consciência de que isso é o melhor para todos, respeitando assim a nossa natureza.


AAB – Quais são as suas expectativas com a próxima edição do Mesa Nômade Bahia, em Salvador, e qual será o conceito envolvido no menu degustação que você vai preparar? 

Kaywa Hilton - Esperamos nessa próxima edição do Mesa Nômade surpreender e compartilhar novas histórias. O menu será ao redor do fogo a lenha e sempre buscando o conceito do km 0, valorizando os pequenos produtores da nossa região. Será um menu de 5 etapas harmonizado pela Mestre cervejeira Débora Lehnen, da Cervejaria Proa, que para mim é uma referência em cerveja artesanal. Essa edição será dia 28 de novembro, no Pelourinho, e com certeza cheia de surpresas.