Brasil é tetracampeão dos Jogos Sul-Americanos da Juventude e bate recorde de medalhas

Brasil é tetracampeão dos Jogos Sul-Americanos da Juventude e bate recorde de medalhas

Redação Alô Alô Bahia

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José Mion/Alô Alô Bahia

Leo Barrilari/COB

Publicado em 25/04/2026 às 20:05 / Leia em 2 minutos

O Time Brasil confirmou sua hegemonia continental e encerrou, neste sábado (25), os Jogos Sul-Americanos da Juventude Panamá 2026 na liderança do quadro de medalhas. Ao todo, a delegação somou 157 conquistas, sendo 58 ouros, 51 pratas e 48 bronzes, superando o próprio recorde obtido em Santiago 2017, quando havia alcançado 152 pódios. Com o resultado, o país mantém o feito de ser o único campeão em todas as edições do evento.

A competição, que chegou à quarta edição, também evidenciou o crescimento do nível técnico entre os países participantes. A Argentina terminou na segunda colocação geral, com 105 medalhas (32 ouros, 39 pratas e 34 bronzes), seguida pela Colômbia, com 89 (26 ouros, 19 pratas e 44 bronzes). No recorte por ouros, a Venezuela ficou na vice-liderança, com 33 títulos dentro de um total de 83 medalhas.

Para o presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Marco La Porta, o desempenho reflete não apenas o favoritismo, mas também o trabalho de preparação da delegação. “Um dos nossos objetivos era ser tetracampeão dos Jogos. Chegamos como favoritos, mas na hora da disputa nada é fácil, ainda mais para equipes tão jovens. Por isso o Comitê Olímpico do Brasil fez de tudo para entregar um ótimo nível de serviços para que os atletas tivessem toda a estrutura necessária para fazer o melhor possível”, disse.

O Brasil teve desempenho expressivo em diversas modalidades, com evolução em relação à edição de Rosário 2022. Atletismo, boxe, ciclismo de estrada, tiro com arco, wrestling, esgrima, karatê, levantamento de pesos e tênis ampliaram suas conquistas. Já esportes estreantes, como surfe e flag football, também garantiram presença no pódio.

Entre os nomes que se destacaram, o nadador Davi Vallim foi o maior medalhista da delegação, com oito ouros e uma prata.a mais jovem atleta do grupo, Ana Paula Delgado, de apenas 13 anos, conquistou a prata na trave da ginástica artística.

Apesar da liderança no quadro de medalhas, o foco principal do Brasil foi o desenvolvimento esportivo. Com 96% dos atletas participando pela primeira vez de uma delegação nacional, o objetivo foi formar uma nova geração alinhada aos Valores Olímpicos.

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