Velório de Eduardo Meirelles será aberto ao público em Luziânia; jornalista morreu aos 30 anos

Velório de Eduardo Meirelles será aberto ao público em Luziânia; jornalista morreu aos 30 anos

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Reprodução

Publicado em 31/07/2026 às 15:44 / Leia em 2 minutos

O corpo do jornalista e biógrafo Eduardo Meirelles, que faleceu nesta semana, aos 30 anos de idade, será velado neste sábado (1º), no Cemitério Santa Luzia, em Luziânia (GO). A cerimônia será aberta ao público e acontecerá das 11h às 15h, permitindo que familiares, amigos e admiradores prestem as últimas homenagens ao comunicador.

Naturalmente ligada à cidade onde vive a família do jornalista, a despedida deve reunir pessoas que acompanharam sua trajetória profissional e atuação em causas sociais.

Causa da morte

A família confirmou que Eduardo Meirelles morreu após sofrer um infarto fulminante. Segundo os parentes, o jornalista convivia desde os 9 anos com um sopro no coração.

De acordo com relatos da família, Eduardo passou mal durante a madrugada de quarta-feira (29), por volta das 2h, no apartamento onde morava. Ele ainda conseguiu descer para pedir ajuda ao porteiro, que acionou uma ambulância, mas o jornalista não resistiu e morreu antes da chegada do socorro.

Após os trâmites legais, o corpo foi transferido do Rio de Janeiro para Luziânia (GO), onde será realizada a cerimônia de despedida.

Trajetória no jornalismo e na defesa de causas sociais

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), Eduardo Meirelles construiu uma carreira marcada pela atuação na comunicação e pelo envolvimento em movimentos sociais.

Ao longo da trajetória, foi voluntário da Anistia Internacional, participou do Centro Acadêmico de Comunicação Social da UnB, integrou o Diretório Central dos Estudantes e atuou na União Nacional dos Estudantes em defesa de estudantes de baixa renda.

No mercado profissional, trabalhou como assessor de imprensa no Senado Federal e fez parte da equipe do Poder360. A partir de 2019, passou a atuar na defesa dos povos indígenas e apresentou, ao lado da atriz Lucélia Santos, o podcast “Seguir Esperneando”, da Revista Xapuri, voltado para temas ambientais.

A parceria entre os dois também resultou no livro “Lucélia Santos – Coragem Para Lutar”, lançado em 2022 em homenagem aos 50 anos de carreira da atriz.

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