Carol Peixinho revela decisão sobre privacidade do filho dela com Thiaguinho: ‘Freio de mão’

Carol Peixinho revela decisão sobre privacidade do filho dela com Thiaguinho: ‘Freio de mão’

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Gabriel Moura

Reprodução

Publicado em 06/11/2026 às 13:54

Carol Peixinho, de 41 anos, contou como ela e Thiaguinho, de 43, lidam com a exposição do filho Bento, de 1 ano, nas redes sociais. Em entrevista à revista Quem, a influenciadora revelou que o casal nunca precisou estabelecer regras formais sobre o assunto. A decisão de preservar parte da intimidade do menino aconteceu de maneira natural, respeitando o perfil mais reservado do cantor e o interesse do público em acompanhar a família.

Conhecida desde sua participação no BBB 19, Carol mantém uma relação próxima com os seguidores e costuma compartilhar momentos da maternidade. Segundo ela, a intenção é permitir que as pessoas acompanhem algumas fases do crescimento de Bento, sem transformar a rotina da criança em conteúdo constante na internet.

“O Thiago sempre foi um homem mais reservado, mas a gente não teve um combinado. A gente não queria nem expor tanto, nem esconder tanto. Tem muita gente que acompanha a gente, que acompanhou minha gestação, que queria e quer conhecer Bento… Então, a gente divulga alguns registros que a gente acha legal, mas no freio de mão. Sem expor tanto o dia a dia dele e sem esconder demais. A gente tem um equilíbrio bacana”, explicou.

A influenciadora também adiantou que pretende diminuir ainda mais as publicações conforme o filho crescer. Para ela, será importante considerar a privacidade e a vontade do menino, que deverá ter espaço para decidir sobre a própria imagem. “Não é um combinado entre a gente, mas sinto que em um momento vou expor um pouco menos. Ele vai virando criança e é preciso respeitar, porque é um ser humano como a gente”, afirmou.

Durante a entrevista, Carol também falou sobre como administra as opiniões e possíveis críticas relacionadas à maternidade. Ela disse que procura não se deixar influenciar pelos julgamentos direcionados às mães que têm visibilidade pública e prefere tomar decisões com base nas próprias convicções e experiências pessoais.

“Não me senti julgada. Eu me blindo bastante em relação a isso. Fiz esse trabalho comigo mesma de me blindar, porque a gente sabe que os julgamentos existem, que os juízes da maternidade estão aí. Vou pelo meu feeling, pelo meu coração, por tudo que eu aprendi, por tudo que eu leio, pelas experiências das mulheres que eu admiro ao meu redor, como a minha mãe, sogra, irmã e amigas”, contou.

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