A Fundação Bienal de São Paulo inaugura oficialmente, nesta semana, o Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia, com a mostra “Comigo ninguém pode”, que tem curadoria da baiana Diane Lima (na foto, de preto). A abertura foi celebrada com um coquetel realizado na última quinta-feira (7), no St. Regis Hotel Venice, reunindo artistas, convidados e nomes do circuito cultural internacional.
A exposição marca mais um momento de destaque da curadora baiana no cenário das artes visuais. Diane assina o projeto histórico que une Adriana Varejão e Rosana Paulino no evento. No pavilhão brasileiro, a proposta curatorial promove um diálogo entre obras históricas e produções inéditas das artistas, aproximando temas como natureza, memória, espiritualidade e história.

Também baiana, Xênia França prestigiou o evento ao lado da artista visual Tadáskía | Foto: Rafa Jacinto/Fundação Bienal de São Paulo
Entre os convidados presentes na pré-abertura estavam a própria Diane Lima e o também baiano Hélio Menezes, curador da retrospectiva inédita do fotógrafo soteropolitano Lázaro Roberto, em cartaz no IMS Paulista, e ex-diretor criativo do Museu AfroBrasil. O encontro ainda reuniu os curadores paulistas Amanda Carneiro e Thiago de Paula Souza, além de nomes como Xênia França, Tadáskía, Pâmela Joyner e José Olympio Pereira.
Comissariado por Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, o Pavilhão do Brasil apresenta expografia assinada por Daniela Thomas e assistência de curadoria de Giovanna Querido. A mostra segue aberta ao público entre os dias 9 de maio e 22 de novembro de 2026, nos Giardini Napoleonici di Castello, em Veneza.

Pavilhão brasileiro traz a mostra “Comigo Ninguém Pode” | Foto: Xenia França