Jair Bolsonaro segue estável e sem previsão de alta, informa boletim médico

Jair Bolsonaro segue estável e sem previsão de alta, informa boletim médico

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Cristiano Mariz/Agência O Globo

Publicado em 22/03/2026 às 15:46 / Leia em 2 minutos

Internado há mais de uma semana na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star por conta de uma pneumonia bacteriana bilateral, Jair Bolsonaro apresenta evolução clínica estável. De acordo com boletim divulgado neste domingo (22), o ex-presidente segue sem febre e “com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora”. Não há previsão de alta.

“O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star, em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. Nas últimas 24 horas, manteve-se estável clinicamente, afebril e sem intercorrências. Segue com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. No momento, sem previsão de alta hospitalar“, diz o documento assinado pelos médicos Cláudio Birolini, Leandro Echenique, Brasil Caiado, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Jr., coordenador da UTI geral, e Allisson B. Barcelos Borges, diretor-geral da unidade.

Entenda

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses  de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados e cumpre pena na Papudinha. No dia 13 de março, ele passou mal e foi levado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência ao Hospital DF Star, com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Após passar por exames, foi diagnosticado com broncopneumonia e permanece em tratamento com antibióticos.

Após o ex-presidente passar mal, a defesa fez novo pedido de prisão domiciliar ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, argumentando que novos episódios de broncoaspiração podem ocorrer a qualquer momento, situação que exige “monitoramento clínico frequente”.

A permanência em ambiente de custódia expõe o quadro clínico a um risco progressivo, na medida em que a ausência de vigilância contínua e de intervenção imediata favorecem a repetição de eventos semelhantes, com potencial de maior gravidade, especialmente em cenário de comorbidades múltiplas e já documentadas”, diz a defesa.

 

 

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