Portinari, Lygia Clark e Adriana Varejão integram acervo de mostra “Uma história da arte brasileira” em Salvador

Portinari, Lygia Clark e Adriana Varejão integram acervo de mostra “Uma história da arte brasileira” em Salvador

Redação Alô Alô Bahia

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José Mion/Alô Alô Bahia

@myphantomtoy

Publicado em 11/03/2026 às 13:38 / Leia em 2 minutos

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), em Salvador, abriu nesta semana a exposição “Uma história da arte brasileira”, que reúne cerca de 80 obras do acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio). A mostra, gratuita, pode ser visitada até 28 de junho, de terça a domingo, das 10h às 18h.

Adriana Varejão

A abertura, realizada na noite de segunda-feira (10), reuniu jornalistas, artistas e personalidades da cena cultural baiana, entre eles a diretora do MAM-BA, Marília Gil; o gerente-geral do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Júlio Paranaguá; a diretora executiva do MAM Rio, Yole Mendonça; a curadora-chefe da instituição carioca, Raquel Barreto; e o diretor-geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Marcelo Lemos.

Beatriz Milhazes – “Uma noite na China” (1987) | Foto: Manuel Águas & Pepe Schetino

Concebida originalmente para a programação cultural da cúpula do G20 no Rio de Janeiro, em 2024, a exposição passou a circular pelo país e já teve temporadas em Belo Horizonte e Brasília. Salvador recebe agora a terceira etapa da itinerância, realizada em parceria com o CCBB. Organizada de forma cronológica, a mostra propõe um panorama da produção artística brasileira dos séculos 20 e 21, destacando continuidades, rupturas e experimentações que atravessam diferentes gerações e linguagens.

Hélio Oiticica

O público encontrará obras de nomes centrais da arte brasileira, como Anita Malfatti, Candido Portinari, Di Cavalcanti, Lygia Clark, Lygia Pape e Hélio Oiticica, além de artistas contemporâneos como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes e Waltercio Caldas. Também integram o conjunto trabalhos de Alberto da Veiga Guignard, Leonilson, Mario Cravo Neto, Sebastião Salgado, Tomie Ohtake e Tunga.

Lygia Clark, “bicho relógio de sol” | Foto: Fabio Souza

A seleção evidencia a diversidade de poéticas, suportes e visões que ajudam a compor a história da arte no país. A entrada é gratuita e a classificação, livre.

Mario Cravo Neto

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