reeleição de Lula (PT) foi celebrada por governos de diferentes partes do mundo, incluindo China, Espanha, Coreia do Sul e países da América Latina. Até a manhã desta segunda-feira (26), porém, os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei, ainda não haviam parabenizado o brasileiro.
A China reconheceu o resultado das urnas e afirmou respeitar a escolha dos eleitores. O governo chinês também manifestou interesse em ampliar a cooperação com o Brasil.
Na Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez comemorou a vitória e afirmou que o resultado pode representar uma nova fase para o progressismo global. Já o presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, chamou Lula de “querido amigo e companheiro”.
Na América Latina, a ex-presidente argentina Cristina Kirchner também felicitou o petista. Os presidentes do Chile, José Antonio Kast, e de Cuba, Miguel Díaz-Canel, se manifestaram, assim como os líderes da Guiana, da República Dominicana e da Guatemala.
A União Europeia e o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Albert Ramdin, também enviaram mensagens após a eleição. Nos Estados Unidos, o senador Bernie Sanders elogiou Lula por sua atuação em defesa dos trabalhadores e da democracia.
O silêncio de Milei chama atenção pelo apoio que o argentino havia demonstrado a Flávio Bolsonaro (PL) antes da conclusão da disputa. No primeiro turno, ele classificou o desempenho do senador como uma “eleição histórica” e o tratou como vencedor, apesar de ainda haver uma segunda etapa da votação.
Trump também não havia se manifestado até a publicação da reportagem. Em 2022, o então presidente americano Joe Biden parabenizou Lula menos de 40 minutos após a confirmação do resultado eleitoral.