Jennifer Finch, baixista da banda L7, morre aos 59 anos após lutar contra câncer no cérebro

Jennifer Finch, baixista da banda L7, morre aos 59 anos após lutar contra câncer no cérebro

Redação Alô Alô Bahia

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Reprodução / Redes sociais

Publicado em 19/07/2026 às 11:35 / Leia em 2 minutos

A baixista Jennifer Finch, integrante da formação mais conhecida da banda americana L7, morreu aos 59 anos no sábado (18), após enfrentar um câncer agressivo no cérebro. A morte foi confirmada pelo grupo em uma publicação nas redes sociais.

“Com o coração muito pesado, anunciamos que nossa querida companheira de banda, amiga e parceira de confusões Jennifer Finch faleceu hoje. Ela teve uma longa e corajosa batalha contra o câncer no cérebro e foi amada por muitos amigos maravilhosos, colegas músicos e fãs em todo o mundo. Nós te amamos, Jennifer”, escreveu a banda.

Cinco dias antes da morte, a equipe da musicista havia informado pela primeira vez que ela enfrentava a doença e lançou uma campanha de arrecadação para ajudar a custear o tratamento. Segundo o comunicado, Finch passou por diversas cirurgias em decorrência do câncer e enfrentava limitações físicas significativas.

Os recursos arrecadados seriam destinados a despesas com cuidados de enfermagem domiciliar, fisioterapia, terapia da fala, equipamentos médicos e outros custos relacionados ao tratamento.

Jennifer Finch integrou a formação clássica do L7, grupo criado em Los Angeles no fim dos anos 1980 e um dos principais nomes do rock alternativo e do movimento grunge na década seguinte. Ao lado da banda, participou de álbuns marcantes, como “Bricks Are Heavy” (1992), considerado um dos trabalhos mais importantes da carreira do quarteto.

A baixista deixou o grupo nos anos 1990, mas retornou em 2014, durante a reunião da banda. Cinco anos depois, participou do lançamento de “Scatter the Rats”, primeiro álbum de estúdio do L7 em duas décadas.

Em 2025, Jennifer esteve no Brasil com o L7 para uma série de apresentações ao lado da banda Garbage, marcando o retorno do grupo ao país após 25 anos. O L7 ficou conhecido por músicas como “Pretend We’re Dead” e consolidou seu espaço na história do rock por unir punk, grunge e rock alternativo, além de abrir caminho para maior protagonismo feminino em um cenário predominantemente masculino.

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