Se existe uma artista que marcou a trilha sonora das Copas do Mundo no século XXI, esse nome é Shakira. Com a apresentação na final da Copa do Mundo de 2026, disputada neste domingo (19), a cantora colombiana alcançou um feito inédito: tornou-se a única artista a se apresentar em quatro finais de Mundiais.
A trajetória começou em 2006, na Alemanha, e seguiu em 2010, na África do Sul, 2014, no Brasil, e agora em 2026, quando voltou ao palco no primeiro show de intervalo da história de uma final de Copa do Mundo, formato inspirado no tradicional espetáculo do Super Bowl.
Além da presença constante nos maiores eventos da Fifa, Shakira também reforçou sua ligação com a seleção da Espanha. Em 2010, a cantora embalou o Mundial com “Waka Waka (This Time for Africa)”, música que se tornou um fenômeno global e acompanhou a conquista do primeiro título mundial da equipe espanhola.
Dezesseis anos depois, a história voltou a se repetir. Em 2026, Shakira interpretou “Dai Dai”, parceria com Burna Boy escolhida como música oficial do torneio. Horas depois da apresentação, a Espanha derrotou a Argentina por 1 a 0, na prorrogação, e conquistou o bicampeonato mundial.
Nas redes sociais, fãs passaram a brincar que a cantora se tornou uma espécie de “amuleto” da Fúria. Isso porque as duas músicas oficiais interpretadas por Shakira que ganharam maior repercussão mundial, “Waka Waka” e “Dai Dai”, coincidiram justamente com os dois títulos da história da seleção espanhola.
Outro capítulo dessa conexão aconteceu fora dos gramados. Durante a Copa de 2010, Shakira iniciou o relacionamento com o ex-zagueiro Gerard Piqué, campeão mundial pela Espanha naquele ano. Da união nasceram Milan e Sasha, antes da separação do casal, anunciada em 2022.
Vinte anos depois da primeira participação em uma final de Mundial, Shakira segue consolidada como o principal nome da música ligado à Copa do Mundo, unindo entretenimento e futebol como poucas artistas conseguiram fazer.