Projeto para Canal do Rio Vermelho prevê ciclovia, novas pontes e ampliação de passeios

Projeto para Canal do Rio Vermelho prevê ciclovia, novas pontes e ampliação de passeios

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

com informações do CORREIO

Arisson Marinho/CORREIO

Publicado em 23/06/2026 às 14:25 / Leia em 2 minutos

A Prefeitura de Salvador avança na elaboração do projeto de requalificação do Canal do Rio Vermelho, uma das intervenções urbanísticas previstas para este ano na capital baiana. Desenvolvida pela Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), a proposta prevê a implantação de ciclovia, ampliação dos passeios, reorganização do estacionamento e a construção de novas travessias sobre o canal.

Em entrevista ao CORREIO, a presidente da FMLF, Tânia Scofield, afirmou que o projeto está em fase final de ajustes e deverá ser encaminhado em breve à Superintendência de Obras Públicas (Sucop), responsável pelos próximos passos para a execução da obra.

Segundo a gestora, a proposta foi construída em diálogo com moradores da região. “Foi um projeto que foi construído com os moradores. A gente fez três reuniões. E essas reuniões eram bem participativas”, afirmou.

Entre as principais mudanças previstas está a implantação de uma ciclovia ao longo do canal, além da ampliação dos espaços destinados à circulação de pedestres.

“Vai ter a ciclovia. A gente está ordenando a área de estacionamento, alargando o passeio. Já é uma área bonita porque tem uma vegetação muito grande. Então, ali, é basicamente o ordenamento”, explicou Tânia.

O projeto também pretende melhorar a conexão entre os dois lados do canal. Atualmente, existe apenas uma travessia no local. Com a requalificação, serão implantadas mais duas estruturas viárias.

“Hoje você só tem um acesso sobre o canal. E a gente está colocando três acessos ali sobre o canal. Ou seja, três pontes de via”, detalhou.

Além das melhorias voltadas à mobilidade, a proposta inclui áreas de convivência e qualificação de espaços públicos próximos à Avenida Juracy Magalhães.

Durante as discussões com moradores, também foi debatida a possibilidade de cobertura do canal. No entanto, segundo a presidente da FMLF, a medida foi descartada por restrições ambientais.

“Primeiro, o Inema não está permitindo cobrir”, afirmou.

De acordo com a gestora, as reclamações dos moradores estão mais relacionadas ao odor registrado em determinados períodos do que à existência do canal propriamente dita.

Leia mais notícias no CORREIO, parceiro do Alô Alô Bahia.

Compartilhe

Alô Alô Bahia Newsletter

Inscreva-se grátis para receber as novidades e informações do Alô Alô Bahia