Filha de Rafa Kalimann e Nattan completa 5 meses e esbanja fofura com look de São João

Filha de Rafa Kalimann e Nattan completa 5 meses e esbanja fofura com look de São João

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Reprodução

Publicado em 08/06/2026 às 11:39 / Leia em 2 minutos

A pequena Zuza, filha da influenciadora e apresentadora Rafa Kalimann e do cantor Nattan, completou cinco meses de vida neste fim de semana e conquistou os seguidores ao aparecer usando seu primeiro look de São João. As imagens compartilhadas nas redes sociais rapidamente chamaram a atenção dos fãs pela fofura da bebê.

Nas fotos, Zuza surge sorridente vestindo um traje típico junino composto por vestido quadriculado, laços, chapéu e botas. O visual foi um presente especial do pai, Nattan, e marcou a chegada das festividades juninas na família.

“Ouvi dizer que o São João chegou junto com meus 5 meses. NÃO DÁ COM ELAAAAAAAA, NÃO DÁ!!!!!!!!”, escreveu Rafa Kalimann na legenda da publicação.

Rafa Kalimann relembra luta contra a depressão durante a gravidez

Recentemente, Rafa Kalimann emocionou o público ao falar sobre um dos períodos mais difíceis de sua vida. Na série documental Tempo para Amar, a influenciadora revelou que enfrentou um quadro de depressão durante a gestação de Zuza.

Segundo Rafa, a gravidez foi marcada por sentimentos de solidão e dificuldades emocionais. Ela contou que, em determinados momentos, sentiu falta de apoio e compreensão em relação ao que estava vivendo.

Eu preciso de ajuda. Eu me sinto sozinha. Estou com dificuldade nisso aqui. A única pessoa com quem eu conseguia falar sem gerar preocupação era o Nattan. Só que foi justamente no momento em que ele não conseguiu acompanhar e assimilar o meu momento também”, relatou.

Durante a gestação, Rafa Kalimann iniciou um tratamento com remédios para enfrentar os sintomas da depressão. A apresentadora explicou que a medicação foi fundamental para que ela conseguisse manter a rotina e evitar o isolamento.

“Eu estou tomando remédio. O antidepressivo, para ter certeza de que essa é a melhor opção. Pode ser que exista uma outra alternativa, mas é melhor sentir isso do que enfrentar uma depressão ou uma tristeza profunda”, revelou.

Ela também destacou que, sem o tratamento, sentia dificuldade até mesmo para sair de casa.

“Se eu não estivesse tomando remédio, sei que não sairia de casa. Eu iria me afundar, querer ficar isolada. Com o remédio, pelo menos eu saio. Saio chorando, mas saio. Vou trabalhar, vou fazer minhas coisas, mas vou chorando”, contou.

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