Bandeirão da Copa com mais de 3 mil m² transforma a Ladeira do Bonfim em corredor verde e amarelo em Salvador

Bandeirão da Copa com mais de 3 mil m² transforma a Ladeira do Bonfim em corredor verde e amarelo em Salvador

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

@myphantomtoy

Publicado em 07/06/2026 às 15:25 / Leia em 2 minutos

Uma das tradições mais marcantes da Cidade Baixa voltou a tomar conta da Ladeira do Bonfim, em Salvador. Neste sábado (6), a Escola Santa Rita realizou mais uma edição do tradicional Bandeirão da Copa, reunindo estudantes, familiares e moradores em um desfile que percorreu o trajeto entre o bairro de Roma e a Igreja do Bonfim.

Realizada sempre na semana que antecede a Copa do Mundo, a iniciativa transformou a famosa ladeira em um grande corredor verde e amarelo, reforçando o sentimento de pertencimento, cidadania e valorização da cultura local.

Criado em 1986 pela educadora Maria José, carinhosamente conhecida como Pró Lia, o projeto nasceu com a proposta de unir educação, esporte e cultura a partir da paixão dos alunos pelo futebol. Quase quatro décadas depois, a ação se consolidou como uma importante atividade pedagógica interdisciplinar da capital baiana.

Bandeirão da Copa ultrapassa 3 mil metros quadrados

Nesta edição, o tradicional bandeirão passou por adaptações e ultrapassou a marca de 3,2 mil metros quadrados. A produção envolveu cerca de 200 crianças e adolescentes, que participaram diretamente da pintura, montagem e manutenção da estrutura ao longo dos meses de preparação.

Além da confecção da bandeira, os estudantes desenvolveram uma série de atividades educativas relacionadas à Copa do Mundo. O projeto abordou temas como história, geografia, cultura e curiosidades dos países participantes, além de conteúdos de matemática aplicada ao futebol, leitura e produção textual.

Projeto une educação, esporte e participação comunitária

O Bandeirão da Escola Santa Rita conta com o apoio da Prefeitura de Salvador e da comunidade local. Moradores contribuíram com doações de tecidos que ajudaram na ampliação da estrutura, fortalecendo o caráter coletivo da iniciativa.

Mais do que uma celebração esportiva, o projeto é considerado um símbolo de integração entre escola e comunidade, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações e faz parte da identidade cultural da Cidade Baixa e da festa popular em torno da Copa do Mundo.

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