Brasileirão terá novas punições para cera e demora em reposições e Lei Vini Jr.

Brasileirão terá novas punições para cera e demora em reposições e Lei Vini Jr.

Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 10/08/2026 às 21:55 / Leia em 2 minutos
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Os clubes das Séries A e B aprovaram nesta segunda-feira (10), no Rio de Janeiro, um pacote de novas regras para reduzir a cera e aumentar o tempo de bola rolando no Campeonato Brasileiro. As medidas passam a valer já na 23ª rodada das duas divisões, marcada para o próximo fim de semana.

Uma das mudanças envolve os atendimentos médicos aos goleiros. Sempre que um goleiro precisar receber atendimento, um jogador de linha da mesma equipe terá de permanecer fora do campo por um minuto. O treinador terá dez segundos para indicar quem deixará o gramado. Caso não faça a escolha, o capitão será retirado temporariamente. Se o próprio goleiro for o capitão, outro atleta será definido.

O pacote também estabelece um limite de cinco segundos para cobranças de lateral e tiro de meta quando o árbitro identificar atraso deliberado. No lateral, o estouro do tempo fará com que a cobrança passe para o adversário. No tiro de meta, a punição será um escanteio. Jogadores substituídos também terão dez segundos para deixar o campo e, se demorarem, o substituto precisará esperar um minuto antes de entrar.

As mudanças foram aprovadas depois que a CBF apresentou aos clubes dados sobre o tempo efetivo das partidas. A Série A registra média de 52 minutos e 54 segundos de bola rolando, enquanto a Série B tem 51 minutos e 9 segundos. A entidade trabalha inicialmente com a meta de elevar esse número para cerca de 57 minutos por jogo.

Além das medidas contra a cera, os clubes aprovaram a chamada Lei Vini Jr., voltada à conduta dos jogadores durante as partidas. Pela nova regra, jogador, reserva ou atleta já substituído poderá receber cartão vermelho se cobrir a boca ao se comunicar com um adversário de maneira provocativa, depreciativa ou inflamatória.

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