Futebol inglês testará nova regra contra cera em lesões de goleiros; entenda

Futebol inglês testará nova regra contra cera em lesões de goleiros; entenda

Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 27/07/2026 às 18:54 / Leia em 2 minutos

O futebol inglês adotará na temporada 2026/27 um teste para impedir que lesões de goleiros sejam usadas como pausas táticas. Quando o jogo parar para o atendimento do arqueiro, a equipe precisará retirar temporariamente um jogador de linha e atuará com dez atletas após o reinício.

O técnico terá dez segundos para indicar quem deixará o gramado. Caso ninguém seja escolhido dentro do prazo, o capitão terá de sair. O atleta indicado permanecerá fora por pelo menos um minuto de bola rolando, contado a partir da retomada da partida.

A medida será aplicada no futebol profissional masculino e feminino da Inglaterra, incluindo Premier League, EFL, National League e Women’s Super League. A estreia está prevista para 1º de agosto, na rodada preliminar da Copa da Liga Inglesa, e os resultados serão avaliados durante toda a temporada.

A regra tenta eliminar a vantagem obtida quando um goleiro recebe atendimento e os companheiros aproveitam a interrupção para conversar com o treinador, reorganizar a equipe ou frear o momento do adversário. Atualmente, jogadores de linha atendidos dentro do campo já precisam permanecer fora por um minuto, enquanto os goleiros estão entre as exceções.

O teste não será aplicado quando o goleiro precisar de atendimento imediato após sofrer uma falta, quando houver uma colisão com outro jogador que também necessite de cuidados ou em casos de sangramento. O objetivo declarado é preservar o atendimento de lesões reais sem permitir que a paralisação seja transformada em recurso estratégico.

A International Board também esclareceu o uso da regra do erro de identificação pelo VAR. Na Copa do Mundo de 2026, o mecanismo foi utilizado para retirar cartões de jogadores considerados vítimas de simulação e advertir quem havia se jogado. Apesar da avaliação positiva, essa interpretação não poderá ser repetida em outras competições até que a revisão detalhada do protocolo seja concluída.

Até lá, um cartão amarelo que não seja o segundo do jogador só poderá ser revisado para corrigir a identidade de quem cometeu a infração originalmente marcada. O VAR não poderá usar essa brecha para reavaliar o lance e transformar uma falta assinalada pelo árbitro em simulação.

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