Um detalhe curioso nas mãos do atacante Endrick durante as partidas da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 virou assunto nas redes sociais. Os torcedores mais atentos notaram que o jogador entra em campo com uma fita de esparadrapo cobrindo o dedo anelar da mão esquerda, o local exato onde ele usa sua aliança de casamento com Gabriely Miranda.
O gesto carinhoso rapidamente foi interpretado pelo público como uma grande prova de romantismo. “O homem está completamente apaixonado”, comentou um internauta, enquanto outros brincaram com a criatividade do atleta para contornar os protocolos do futebol.
Muitos pensaram que o esparadrapo servia apenas para esconder a joia original, mas fontes ligadas ao jogador esclareceram à revista Quem que Endrick não joga com o anel por baixo. Por segurança, ele retira a peça e molda o esparadrapo no formato de uma aliança.
O atacante tem esse costume desde que atuava no futebol francês, mas o hábito só ganhou repercussão agora com os holofotes da Seleção. Entre os atletas casados ou comprometidos que atuaram na última partida, como Marquinhos, Lucas Paquetá e Casemiro, Endrick foi o único a usar a proteção simbólica no dedo.
A atitude do atacante envolve um protocolo rígido de arbitragem. Segundo a Regra 4 da International Football Association Board (IFAB), os atletas são proibidos de usar qualquer objeto que possa oferecer perigo a si mesmos ou aos adversários, o que inclui anéis, brincos, pulseiras e colares.
Apesar de as normas terem sido flexibilizadas recentemente para permitir alguns acessórios, desde que estejam totalmente cobertos e protegidos por faixas, a maioria dos jogadores ainda prefere apenas retirar as joias antes do apito inicial.
