O Guia MICHELIN divulgou nesta sexta-feira (18) sua seleção hoteleira de 2026, após meses de visitas anônimas realizadas por seus inspetores. No Brasil, dois novos hotéis entraram para a seleção, elevando para 22 o número de estabelecimentos reconhecidos no país.
Na Bahia, os cinco hotéis que receberam uma Chave MICHELIN em 2025 permanecem na seleção deste ano, sem alteração na distinção. São eles: Barracuda Hotel & Villas, Fasano Salvador, Fasano Trancoso, Fera Palace Hotel e Txai Resort. Os cinco estabelecimentos aparecem novamente com a distinção definida pelo guia como uma indicação de “uma estadia muito especial”.
Em Itacaré, estão o Barracuda Hotel & Villas e o Txai Resort, enquanto o Fasano Trancoso representa o destino do litoral sul baiano. Em Salvador, permanecem na seleção o Fasano Salvador e o Fera Palace Hotel. A própria seleção do MICHELIN destaca a diversidade dos hotéis baianos, que vão de refúgios cercados pela natureza a propriedades inseridas em áreas históricas e culturais.
No cenário nacional, o Hotel Unique e Tivoli São Paulo Mofarrej, ambos em São Paulo, passaram a integrar a lista de hotéis com Uma Chave. Com isso, o Brasil chegou a 17 estabelecimentos nessa categoria, além de dois hotéis com Duas Chaves e dois com Três Chaves.
Entre os hotéis brasileiros com Duas Chaves estão agora o Awasi Santa Catarina, promovido de categoria e anteriormente conhecido como Ponta dos Ganchos Exclusive Resort, além do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e do Palácio Tangará, em São Paulo. Já o Hotel das Cataratas, no Paraná, e o Rosewood São Paulo permanecem com Três Chaves MICHELIN, a classificação máxima.
A Chave MICHELIN é a principal distinção do guia para a hotelaria e funciona como equivalente às Estrelas MICHELIN concedidas aos restaurantes. Criada em 2024, a distinção passou a ser adotada globalmente e contempla três níveis. Uma Chave é para uma estadia muito especial; Duas Chaves são para uma estadia excepcional; e Três Chaves, para uma estadia extraordinária.
A seleção é feita a partir de avaliações dos inspetores do Guia MICHELIN, que visitam os hotéis de forma anônima e independente. A análise considera diferentes tipos de hospedagem, incluindo hotéis históricos, grandes empreendimentos, propriedades boutique, refúgios em áreas remotas e novas aberturas.