Santa Izabel realiza 50 transplantes de medula óssea e prepara expansão do serviço

Santa Izabel realiza 50 transplantes de medula óssea e prepara expansão do serviço

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Redação Alô Alô Bahia

Divulgação

Publicado em 11/06/2026 às 17:59 / Leia em 2 minutos

O Programa de Transplante de Medula Óssea (TMO) do Hospital Santa Izabel alcançou a marca de 50 transplantes autólogos realizados, consolidando a expansão de um dos serviços de alta complexidade mais importantes da instituição.

Integrado ao Cancer Center do hospital, o programa atende pacientes com doenças hematológicas e oncológicas e vem ampliando o acesso a terapias avançadas na Bahia. Os transplantes autólogos são realizados com células-tronco do próprio paciente e representam uma importante alternativa terapêutica para diferentes tipos de câncer e doenças do sangue.

Segundo o diretor técnico assistencial do Hospital Santa Izabel, Jorge Motta, o resultado demonstra a capacidade da instituição de oferecer tratamentos de alta complexidade com qualidade e segurança. “Esse resultado demonstra a capacidade da instituição de oferecer tratamentos avançados com elevados padrões de qualidade e segurança, ampliando o acesso da população a uma terapia de alta complexidade e grande impacto na vida dos pacientes”, afirmou.

Implantado em julho de 2024, o serviço mantém uma trajetória de crescimento contínuo e já se consolidou como referência na assistência oncológica especializada no estado.

A próxima etapa será a ampliação do programa para a realização de transplantes alogênicos, modalidade em que as células-tronco são provenientes de um doador compatível. A expansão permitirá ampliar as possibilidades terapêuticas oferecidas a pacientes da Bahia e de outras regiões do país.

A unidade conta com leitos equipados com filtros HEPA, sistema de pressão positiva e tecnologia específica para controle da qualidade da água, além de uma equipe multiprofissional formada por médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, odontólogos, assistentes sociais e outros especialistas.

Para a hematologista e transplantadora Suellen Riccio, coordenadora do serviço, a marca alcançada representa mais do que números. “Cada transplante representa uma nova oportunidade para pacientes que enfrentam doenças complexas e reforça que o programa segue em permanente aprimoramento técnico e assistencial”, destacou.

 

Compartilhe

Alô Alô Bahia Newsletter

Inscreva-se grátis para receber as novidades e informações do Alô Alô Bahia