As raízes nordestinas de Juliette Freire ganharam espaço de destaque na recepção de seu casamento com Kaique Cerveny, nesta quinta-feira (29), no Instituto Ricardo Brennand, no Recife. Com grandes arranjos suspensos, velas e tons terrosos, a ambientação levou referências à história da cantora para o espaço que recebeu familiares e amigos após a cerimônia religiosa.
Nos registros divulgados nas redes sociais, o algodão aparece em estruturas que percorrem o teto e em arranjos que se espalham pelas mesas de doces. A iluminação quente realçava as paredes de tijolos e os detalhes da arquitetura, enquanto velas de diferentes alturas, acomodadas em recipientes de vidro, ajudaram a criar uma atmosfera acolhedora.
Confira:
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A escolha do algodão tem um significado afetivo: a avó de Juliette trabalhou com a matéria-prima. O material utilizado na festa será reintegrado à cadeia produtiva após o evento. A proposta também incluiu peças de barro feitas por artesãos de Tracunhaém, em Pernambuco, valorizando o trabalho manual e a cultura da região.
Os doces de Lana Bandeira acompanharam a identidade da celebração, com referências aos desenhos das rendas nordestinas. Em publicação conjunta com Eider Santos, a confeiteira contou que as criações foram pensadas para harmonizar com os elementos escolhidos pela noiva. O bolo ficou a cargo da Cake Hannouche, enquanto o menu foi assinado pelo chef paraibano Onildo Rocha.
A festa no Recife sucede uma celebração íntima realizada em setembro, no Lajedo de Pai Mateus, em Cabaceiras, no Cariri paraibano, apenas com pais e irmãos dos noivos. Nas duas ocasiões, Juliette apostou em referências à sua terra e à memória familiar para dar personalidade à união.