Pelourinho recebe final do Slam das Minas Bahia com poesia, música e cultura; confira a programação

Pelourinho recebe final do Slam das Minas Bahia com poesia, música e cultura; confira a programação

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Reprodução / Klisman Schram / Daniel Cerqueira

Publicado em 22/10/2026 às 14:47

A poesia falada volta a ocupar o Pelourinho no dia 31 de outubro, quando o Slam das Minas Bahia realiza a grande final da temporada 2026. O encontro acontece das 18h às 22h, na Praça Tereza Batista, e reúne as quatro poetas classificadas ao longo do segundo semestre, além de atrações musicais, performances de ballroom e discotecagem.

A programação marca o encerramento de mais um ciclo de batalhas que transformaram experiências pessoais e coletivas em versos sobre identidade, racismo, desigualdade, afeto e resistência. Ao longo da temporada, o projeto passou por espaços como a Casa das Editoras Baianas, durante a Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), a Casa Preta e o Cine Teatro 2 de Julho.

As quatro finalistas são Amanda Rosa, vencedora da primeira classificatória, realizada durante a Flipelô; Duda Santhana, campeã da segunda batalha; Mírian dos Santos, que venceu a terceira etapa; e Piracema, que conquistou a última vaga na disputa após a classificatória realizada em 17 de outubro, na Casa Preta.

Na final, as poetas vão disputar o título de campeã da temporada e uma vaga na seletiva estadual. As apresentações serão avaliadas por um júri popular, que acompanhará as rodadas e participará da escolha da vencedora. As três primeiras colocadas receberão prêmios de R$ 500, R$ 300 e R$ 200, respectivamente.

Poesia, música e cultura ballroom

Além das batalhas, a noite terá apresentações de Cinara, que participou do reality musical Estrela da Casa, da TV Globo, e do grupo feminino de percussão Maku Ma Kixikanu. A programação também inclui uma performance da House of Montenegro, representante da cultura ballroom, e a discotecagem de Nai Kiese.

A proposta é reunir diferentes linguagens artísticas em uma celebração da cultura negra, periférica e LGBTQIAPN+, ampliando o espaço para manifestações que têm na arte uma forma de expressão, pertencimento e transformação social.

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