Travis Kelce, marido de Taylor Swift, está entre vítimas de golpe milionário nos EUA

Travis Kelce, marido de Taylor Swift, está entre vítimas de golpe milionário nos EUA

Redação Alô Alô Bahia

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Patrick Smith/Getty Images

Publicado em 17/09/2026 às 09:29

O jogador de futebol americano Travis Kelce, marido da cantora Taylor Swift, está entre os investidores vítimas de um golpe financeiro milionário nos Estados Unidos. O consultor financeiro Siddharth Jawahar foi condenado nesta quarta-feira (16) a 11 anos de prisão e ao pagamento de US$ 31,35 milhões em indenizações por um esquema no estilo Ponzi.

A informação foi divulgada pela Procuradoria Federal do Distrito Leste do Missouri. Durante a audiência, os promotores citaram Kelce como uma das vítimas, mas não deram detalhes sobre o investimento feito pelo atleta, segundo a emissora KMOV, de St. Louis.

Jawahar, de 38 anos, foi cofundador e sócio-gerente da Swiftarc Capital, empresa sediada no Texas que tinha Kelce entre seus investidores. Segundo documentos judiciais, a fraude começou em 2016 e envolveu perdas consideradas “enormes” pelo juiz Zachary M. Bluestone.

Quase todo o dinheiro administrado por Jawahar foi concentrado em um único investimento, a Philip Morris Pakistan (PMP). Após a queda no valor do ativo, o consultor teria informado falsamente aos investidores que a operação continuava sendo rentável e que os recursos haviam sido destinados a investimentos específicos que, na realidade, não foram realizados.

De acordo com o tribunal, Jawahar retirou mais de US$ 35 milhões da Swiftarc, mas investiu apenas cerca de US$ 10 milhões entre julho de 2016 e dezembro de 2023. Parte dos recursos foi utilizada para bancar jatos particulares, hotéis e apartamentos de luxo no Texas e em Nova York, além de roupas, refeições e mensalidades de clubes privados.

Em janeiro deste ano, Jawahar se declarou culpado de três acusações de fraude eletrônica. Segundo os documentos do processo, ele é cidadão indiano e estava em situação irregular nos Estados Unidos desde 2005. O juiz também considerou, na sentença, que o consultor ainda não havia começado a reembolsar as vítimas.

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