Em meio a polêmica, ex-genro de Ana Maria Braga pede ‘compaixão’: ‘As crianças são a prioridade’

Em meio a polêmica, ex-genro de Ana Maria Braga pede ‘compaixão’: ‘As crianças são a prioridade’

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Gabriel Moura

Reprodução

Publicado em 28/07/2026 às 17:35 / Leia em 3 minutos

Badarik González voltou a se pronunciar publicamente após a separação de Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga. Em uma transmissão ao vivo realizada na manhã desta terça-feira (28), o professor de ioga colombiano evitou comentar detalhes do conflito judicial, mas fez um apelo para que os filhos do ex-casal sejam preservados. Atualmente, uma medida protetiva determinada pela Justiça o impede de ter contato com as duas crianças. Embora o anúncio da separação tenha sido recente, os dois estão separados há cerca de dois meses.

Sem citar diretamente Mariana, Badarik afirmou que o foco deve estar no bem-estar das crianças. “Eu quero pedir, por favor, compaixão, muita compaixão”, disse. Em seguida, reforçou: “Existem as crianças, existem nossas crianças. Existem crianças de dois aninhos, imagina. Cinco aninhos. Merecemos ser abraçados pelo amor, pelo respeito, pelo diálogo”. Segundo ele, qualquer divergência entre os adultos deve ficar em segundo plano. “Eu não estou aqui para atacar ninguém. Espero apenas que possamos olhar para as crianças com muita compaixão e colocar o bem delas acima de qualquer conflito. Essa é a prioridade. Qualquer conflito, seja qualquer medida, qualquer situação, violência, qualquer coisa, elas são a prioridade.”

Durante a live, Badarik também pediu cautela na repercussão pública do caso e alertou para os impactos que a exposição pode causar aos filhos no futuro. “Eu, por esse presente de amor que são nossos filhos, dado para a vida, então peço, por favor, de nos resguardar nesse momento”, afirmou. Ele ainda disse estar disponível para responder dúvidas diretamente pelas redes sociais. “Se você tem alguma questão que me quer falar, pode me escrever diretamente. Eu mesmo que respondo as mensagens, no Instagram.”

Ao encerrar a transmissão, o professor voltou a defender que o momento seja tratado com sensibilidade. “Se a gente foi criança há um momento, a gente não queria ver pais brigando, certo? Se a gente tem crianças, filhos, a gente não quer ver os filhos chorando porque os pais estão brigando. Então, por favor, e aqui na mídia, uma vez a mais, por favor, muita compaixão”, declarou. Na legenda da publicação, Badarik também escreveu: “‘Antes de perguntar se tenho razão, pergunto se minhas palavras trarão paz'”. Em seguida, acrescentou: “Sim, este momento é difícil. Mas acredito que a verdade pertence a Deus. Talvez ela não apareça no tempo que desejamos, porém, mais cedo ou mais tarde, virá à luz para aqueles que verdadeiramente quiserem conhecê-la, não pelas fofocas, não pelas narrativas passageiras da mídia ou pelas circunstâncias do momento. Meu convite não é ao julgamento, mas à compaixão. Que possamos olhar primeiro para as crianças, para as famílias e para a dignidade humana”.

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