Recôncavo Baiano apresenta identidade das futuras Denominações de Origem para tabaco e charuto

Recôncavo Baiano apresenta identidade das futuras Denominações de Origem para tabaco e charuto

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

José Mion/Alô Alô Bahia

Divulgação

Publicado em 07/07/2026 às 10:13 / Leia em 2 minutos

O processo de reconhecimento do Tabaco Mata Fina e do Charuto do Recôncavo Baiano como Denominações de Origem (DO) avança com mais uma etapa no próximo dia 16 de julho. Na data, serão apresentados oficialmente os signos, a identidade institucional que representará as duas certificações, durante evento às 19h, no JAMM Palacete, na Rua Chile, em Salvador.

A iniciativa é conduzida pela Associação dos Produtores de Charutos Artesanais do Brasil (APCAB), em parceria com a Inovates, e faz parte do projeto desenvolvido ao longo do último ano para obtenção do registro junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Considerada um dos mais importantes instrumentos de reconhecimento da procedência e da qualidade de um produto, a Denominação de Origem busca proteger e valorizar a tradição centenária do cultivo do tabaco Mata Fina e da produção artesanal de charutos no Recôncavo Baiano. A certificação também pretende agregar valor à cadeia produtiva, fortalecer a identidade regional e ampliar a presença desses produtos nos mercados nacional e internacional.

Lavoura de tabaco cultivado sob cobertura

Segundo os organizadores, a apresentação dos signos marca a consolidação institucional do projeto e o início da fase final de elaboração da documentação técnica necessária para o protocolo do pedido no INPI. Entre os estudos em andamento estão a delimitação da área geográfica, a identificação dos fatores naturais e humanos que diferenciam os produtos e a definição de critérios de controle, rastreabilidade e qualidade.

A certificação terá caráter coletivo, permitindo o uso da Denominação de Origem por todos os produtores do território que cumprirem os requisitos técnicos estabelecidos. Para a APCAB, o reconhecimento também representa a preservação do patrimônio histórico, cultural e econômico construído ao longo de gerações no Recôncavo Baiano, além da proteção da propriedade intelectual dos produtos.

Compartilhe

Alô Alô Bahia Newsletter

Inscreva-se grátis para receber as novidades e informações do Alô Alô Bahia