Aprovado na UERJ aos 11 anos, filho superdotado de ex-bailarina do Faustão impressiona ao treinar com a mãe

Aprovado na UERJ aos 11 anos, filho superdotado de ex-bailarina do Faustão impressiona ao treinar com a mãe

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Reprodução

Publicado em 18/06/2026 às 15:53 / Leia em 2 minutos

Aos 11 anos, Romeu Gutvilen voltou a chamar atenção nas redes sociais nesta quinta-feira (17) ao mostrar que, além do desempenho acadêmico impressionante, também mantém uma rotina voltada para a saúde e o bem-estar. Filho de Rachel Gutvilen, ex-bailarina do Domingão do Faustão, o menino apareceu treinando na academia ao lado da mãe, esbanjando disposição.

Considerado um prodígio, Romeu foi aprovado na primeira fase do vestibular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro aos 11 anos. Em entrevista recente à revista Quem, Rachel destacou que, apesar das altas habilidades intelectuais, o filho vive uma infância comum e equilibrada.

“Mesmo com um cognitivo extremamente avançado, ele anda de patins, brinca de esconde-esconde e faz travessuras como qualquer criança da idade dele. Quero que ele aprenda a lidar com frustrações, desenvolva disciplina e resiliência. Meu maior sonho não é formar apenas um profissional brilhante, mas um homem íntegro, gentil e feliz”, afirmou.

Além da aprovação na UERJ, Romeu se tornou a primeira criança a ingressar na Mensa Brasil, associação que reúne pessoas com altas habilidades e superdotação. O jovem também acumula conquistas em competições acadêmicas e esportivas.

Campeão de xadrez na categoria sub-6 em diversos torneios, ele conquistou duas medalhas na Olimpíada Internacional de Matemática Canguru e avançou para a primeira fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. Aos 7 anos, participou do Domingão com Huck, tornando-se, na época, o competidor mais jovem da história do programa.

Rachel revelou que percebeu os primeiros sinais da superdotação quando Romeu tinha apenas 5 anos. Na época, o menino apresentava tiques associados à ansiedade. Ao notar o grande interesse do filho por números, ela decidiu investir em aulas particulares de matemática.

“Eu sabia que ele era fascinado por matemática. Quando começou a ter aulas específicas, os tiques desapareceram. Era uma ansiedade causada pela falta de desafios intelectuais adequados”, explicou.

Atualmente, Romeu cursa o 8º ano em uma escola particular do Rio de Janeiro. Embora ainda não tenha definido qual carreira pretende seguir, ele já demonstra interesse por áreas ligadas às ciências exatas, especialmente a engenharia.

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