15 Jul 2021

UFBA sobe duas posições no ranking THE e é a 26ª universidade mais bem avaliada da América Latina

Redação Alô Alô Bahia

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UFBA sobe duas posições no ranking THE e é a 26ª universidade mais bem avaliada da América Latina
A Universidade Federal da Bahia (UFBA) subiu duas posições no ranking Times Higher Education Latin América e agora ocupa o 26º lugar entre as 177 instituições avaliadas. 

Na edição 2021 do ranking, divulgada no dia 13 de julho, a instituição aparece em 16ª entre as universidades brasileiras - uma posição acima em relação ao ano passado - e em 1º lugar na região Nordeste - mesmo patamar da avaliação anterior.

A edição 2021 do ranking leva em consideração dados coletados em 2019 - a lista, portanto, ainda não reflete o impacto da pandemia e o aprofundamento da crise orçamentária experimentados em 2020 e 2021. 

Contudo, em 2019, já eram grandes as dificuldades orçamentárias enfrentadas pela Universidade, de modo que a melhora no ranking reflete o espírito de superação da comunidade universitária e o vigor do ensino, pesquisa e extensão realizados na UFBA.

Mas o que o THE Latin America revela, sobretudo, é a resiliência do sistema educacional brasileiro, que, mesmo sofrendo duros ataques nos últimos anos, responde ainda por 18 das 30 instituições mais bem rankeadas da América Latina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Dessas 18, 12 são federais, 4 estaduais e 2 particulares confessionais. Das 100 mais bem avaliadas, o Brasil responde por quase a metade, 46. E do total de 177 universidades avaliadas, 67 são brasileiras (38%), sendo 3 baianas.

O THE avalia cinco aspectos: citações em periódicos científicos indexados; retorno à indústria; pesquisa; ensino; e internacionalização. 

Oscilações entre um ano e outro são comuns e não devem ser motivo nem de celebração excessiva, nem de alarde negativo, pondera o coordenador de avaliação da Superintendência de Avaliação e Desenvolvimento Institucional da UFBA, Jorge Sales

Ele observa ainda que, embora ajudem a ratificar, perante a opinião pública, a qualidade das universidades brasileiras, mesmo os rankings mais respeitados, como o THE, não devem servir como medida de comparação ou competição entre as instituições, tampouco devem embasar políticas públicas. “Políticas públicas devem se basear em indicadores oficiais, em adequação às especificidades de cada universidade”, afirma.

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