Trabalhadores da Metha, novo nome da OAS, paralisam as atividades em Salvador

Cerca de 200 funcionários da Metha, nome que a construtora OAS passou a adotar em estratégia de reposicionamento de imagem, decidiram cruzar os braços após alegação de atrasos nos salários.

Os trabalhadores estão atuando na obra da Avenida 29 de Março, que compõe a Linha Vermelha e ligará a Avenida Orlando Gomes a Águas Claras, em Salvador, e decidiram paralisar as atividades na sexta-feira (15) devido ao atraso no pagamento dos salários, além de apontarem alimentação de péssima qualidade e problemas nos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

O investimento total da Linha Vermelha soma cerca de R$ 581 milhões. No site da Secretaria estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), o status da obra era de 90% executada em junho de 2019, com previsão de entrega no ano passado. Ou seja, os 10% que restavam não foram concluídos em um ano e meio.

A paralisação foi decidida em assembleia realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada (Sintepav-BA) e será mantida até os problemas serem solucionados.

O Alô Alô enviou um pedido de resposta à Metha/OAS, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

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