Projeto “empresta” pessoas de verdade ao invés de livros para “leitura”

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É isso mesmo! E se ao invés de tirar conhecimento dos livros você pudesse ter um tempo para conversar com alguém que passa ou já passou por situações distantes da sua realidade ou mesmo que você tenha algum tipo de preconceito? Esse é o principal objetivo do projeto “Biblioteca Humana”, fundado pelo dinamarquês Ronni Abergel, que está presente em vários países como Inglaterra, Austrália, Dinamarca e Estados Unidos.

"Transgênero", "ex-gangster", "poliamoroso", "satanista", “pai adotivo solteiro”, “esquizofrênico” e “autista” são só alguns exemplos dos “títulos publicados" nessa biblioteca atípica.
 
"Não temos tempo para parar e aprender o que não sabemos, então colocamos as pessoas em caixinhas. Em nossa biblioteca, recomendamos sentar e conhecer pessoas com quem você normalmente não conversaria porque há algo nelas que talvez te provoque um incômodo peculiar. Assim, você aprende ainda mais sobre você mesmo”, explicou Abergel, em entrevista à jornalista Claire Bates, da BBC World Service.
 
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Além de conversas individuais, também são realizadas sessões públicas para que um maior número de pessoas possa conhecer essas histórias. Para financiar as sessões, a Biblioteca Humana organiza eventos para empresas privadas como Google, Starbucks e Heineken. Para mais detalhes: https://humanlibrary.org/.

Fotos: Elin Tabitha Hansen. Também estamos no Instagram (@sitealoalobahia), Twitter (@Aloalo_Bahia) e Google Notícias.

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