5 Feb 2021

'Não serei candidato a vice nem de Bolsonaro, nem de ninguém', diz ACM Neto

'Não serei candidato a vice nem de Bolsonaro, nem de ninguém', diz ACM Neto
O ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto negou nesta sexta-feira (5) que tenha intenção de ser candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro em 2022. Além disso, Neto afirmou que agora não é hora de discutir a próxima eleição presidencial, já que o Brasil ainda enfrenta um momento crítico da pandemia e todas as atenções deveriam estar voltadas para isso.

"Nos últimos dias têm acontecido uma série de especulações envolvendo o posicionamento do Democratas, partido que presido. Vejo que chegou ao ponto de cogitarem que eu poderia ser candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro. Quem me conhece sabe quais são minhas prioridades. Sabe que não serei candidato a vice nem de Bolsonaro, nem de outro candidato", afirmou Neto, em vídeo divulgado nas redes sociais.

O democrata destacou que seu partido vai apoiar as pautas que forem boas para o Brasil, mas não faz parte da base governista. "Quero deixar claro também, a posição do Democratas, adotada desde o final de 2018, foi de independência. Assim temos sido e assim vai continuar sendo. Não existe movimento de aproximação com a base do governo ou interesse em sermos base do governo. Jamais aceitei discutir ou negociar cargos. Não faço política dessa forma. Claro que as boas agendas, agendas necessárias, terão nosso apoio, como na área econômica. Mas quando for preciso divergir, sempre teremos a liberdade. Vocês acompanharam, eu como prefeito de Salvador muitas vezes critiquei a posição do governo federal em relação à pandemia", afirmou. "Vamos apoiar o que for bom para o país e apontar os erros quando eles acontecerem. E não vamos tratar de 2022 agora", diz.

Neto pediu que o foco seja a pandemia e todos os desafios que ela trouxe para o país. "Acho absurdo que nesse momento se esteja tratando de política, de eleições de 2022. A hora agora é para que todos tenhamos responsabilidade, juízo. Temos mais de 220 mil mortos no Brasil em função da pandemia, cenário de crise econômica, de perda de emprego. Essa é que tem que ser nossa agenda, nossa prioridade. Temos que nos dar as mãos agora, afastar disputa, briga, guerra política, para que cada um possa dar sua contribuição na superação da pandemia", acrescenta. ( via CORREIO).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 


 
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