30 Dec 2021
Mercado de turismo espacial deve se consolidar em 2022
O céu não será o limite em 2022, com o sucesso da primeira leva de viagens espaciais privadas no último ano. Empresas como a Blue Origin, SpaceX e Virgin Galactic, dos bilionários Jeff Bezos, Elon Musk e Richard Branson, respectivamente, lideram a corrida de voos suborbitais, viagens a até 100 km de altitude, mas que não atingem a velocidade necessária para entrar em órbita.
Outras empresas, no entanto, estão surgindo, valorizando o segmento de turismo no espaço, que poderá valer até US$ 8 bilhões até 2030. A norte-americana Axiom Space fechou, recentemente, 2 contratos com a NASA e deve realizar sua primeira viagem no início de fevereiro, utilizando cápsulas “Crew Dragon”, com capacidade para até 7 passageiros, e o foguete de lançamento Falcon 9, que revolucionou o segmento com um sistema de pouso controlado que permite a reutilização de até 80% do foguete espacial, reduzindo significativamente os custos de operação das missões. Além das viagens, a Axiom Space está construindo a primeira estação espacial comercial, com previsão de lançamento operacional em 2024.
No setor público, a estatal russa Roscosmos saiu na frente entre as agências governamentais com investimento em turismo espacial. No início de dezembro, ela comandou a missão que levou o empresário japonês Yusaku Maezawa e mais dois passageiros à Estação Espacial Internacional. Foi a primeira viagem privada do tipo desde a desativação do programa de ônibus espaciais da NASA, em 2011. “Nós não deixaremos esse nicho para os americanos”, provocou o diretor-geral da estatal, Dmitry Rogozin.
Com o mercado ainda se familiarizando com a demanda, os preços médios diferem em tempo de estadia. O New York Times estima que uma vaga na primeira viagem da empresa de Bezos tenha custado a um comprador US$ 28 milhões em leilão. A cápsula permaneceu cerca de 11 minutos na suborbita. Em outubro, a Blue Origin levou ao espaço o ator Willian Shatner, do seriado “Jornada nas Estrelas”, o passageiro mais velho a participar de uma viagem do tipo, aos 90 anos. A missão durou apenas 10 minutos.
Foto: Reprodução/Space X. Siga a gente no Instagram @sitealoalobahia.
Outras empresas, no entanto, estão surgindo, valorizando o segmento de turismo no espaço, que poderá valer até US$ 8 bilhões até 2030. A norte-americana Axiom Space fechou, recentemente, 2 contratos com a NASA e deve realizar sua primeira viagem no início de fevereiro, utilizando cápsulas “Crew Dragon”, com capacidade para até 7 passageiros, e o foguete de lançamento Falcon 9, que revolucionou o segmento com um sistema de pouso controlado que permite a reutilização de até 80% do foguete espacial, reduzindo significativamente os custos de operação das missões. Além das viagens, a Axiom Space está construindo a primeira estação espacial comercial, com previsão de lançamento operacional em 2024.
No setor público, a estatal russa Roscosmos saiu na frente entre as agências governamentais com investimento em turismo espacial. No início de dezembro, ela comandou a missão que levou o empresário japonês Yusaku Maezawa e mais dois passageiros à Estação Espacial Internacional. Foi a primeira viagem privada do tipo desde a desativação do programa de ônibus espaciais da NASA, em 2011. “Nós não deixaremos esse nicho para os americanos”, provocou o diretor-geral da estatal, Dmitry Rogozin.
Com o mercado ainda se familiarizando com a demanda, os preços médios diferem em tempo de estadia. O New York Times estima que uma vaga na primeira viagem da empresa de Bezos tenha custado a um comprador US$ 28 milhões em leilão. A cápsula permaneceu cerca de 11 minutos na suborbita. Em outubro, a Blue Origin levou ao espaço o ator Willian Shatner, do seriado “Jornada nas Estrelas”, o passageiro mais velho a participar de uma viagem do tipo, aos 90 anos. A missão durou apenas 10 minutos.
Foto: Reprodução/Space X. Siga a gente no Instagram @sitealoalobahia.



