Maître baiano que fez história na alta-gastronomia de São Paulo morre aos 95 anos

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O maître baiano Ático Alves de Souza morreu nessa segunda-feira (17), aos 95 anos de idade. De acordo com a Veja São Paulo, ele fraturou o fêmur e passou por uma cirurgia na última sexta. Ao retornar para casa, no entanto, teve uma parada respiratória e não resistiu.

Natural de Monte Santo, Ático trabalhou por quase 30 anos no Grupo Fasano, a maior parte do tempo no restaurante Parigi. Afastado do serviço desde 2019, chegou a atender o rei da Espanha Juan Carlos e o presidente Getúlio Vargas.

Em 2017, foi homenageado pela Veja São Paulo Comer & Beber como Personalidade Gastronômica daquele ano. Na ocasião, foi ovacionado pelo público.
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História

O profissional entrou no Fasano como mensageiro na antiga Confeitaria e Restaurante, na Rua Barão de Itapetininga, e na sequência foi convidado pelo empresário italiano Fabrizio Guzzoni para ser garçom no hotel de luxo Ca'd'Oro.

Nos salões do restaurante, que depois se mudou para a Basílio da Gama e, por fim, para a Rua Augusta, o baiano se tornou queridinho da clientela e ficou lá até 1990.

Quando pensou em se aposentar, Rogério Fasano o chamou para retornar ao Grupo Fasano. No Parigi, Ático trabalhava de smoking e servia durante o almoço o chamado bollito, cozido típico italiano de carnes e legumes acompanhado de pirão de farinha de rosca.
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