França identifica 182 mil passaportes sanitários falsos

José Mion é jornalista, assessor de imprensa, apaixonado por Gastronomia e escreve para o Alô Alô Bahia.

Com 71,7% da população completamente vacinada contra a Covid-19, a França identificou 182 mil passaportes sanitários falsos desde que o documento passou a ser exigido para o acesso em alguns locais, em junho. Por lá, é obrigatório o comprovante em cinemas, restaurantes, museus e no transporte público. O uso, fabricação ou venda de passaportes médicos falsificados pode resultar em até cinco anos de prisão e multa de até 75.000 euros (cerca de R$ 484 mil).

 

Diante do aumento significativo no número de novas infecções nas últimas semanas, o governo francês quer ajustar o passaporte sanitário em 2022, não sendo mais suficiente para o acesso em diversos lugares apenas a apresentação de um teste negativo. O passaporte sanitário deverá se converter em um certificado de vacinação. Apesar de boa parte da população estar imunizada, a restante, como em muitos países europeus, se nega a receber o imunizante, recorrendo a meios ilícitos para comprovar imunidade.

 


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