Docentes e estudantes criam cartilha para orientar conduta de médicos no processo de redesignação de gênero

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Celebrado no último dia 29 de janeiro, o Dia da Visibilidade Trans tem com o objetivo fomentar discussões sobre direitos civis das pessoas transexuais, travestis e não-binárias e, para o médico especialista em Cirurgia Plástica e professor Felipe Góis, este é um tema que deve ser debatido com frequência e nos mais diferentes espaços, especialmente nas faculdades de Medicina. “Pacientes transgêneros têm demandas peculiares e as escolas médicas precisam formar profissionais aptos a oferecer uma assistência técnica e humanizada”, afirma.

Acompanhado por seus alunos, Góis trabalha no desenvolvimento de um manual acessível para orientar as condutas de cirurgiões plásticos na assistência a pacientes trans no processo de redesignação de gênero.

“O projeto é possível graças ao interesse dos nossos alunos, à confiança que a instituição tem em nosso trabalho e à visão inovadora que a Medicina UniFTC teve de entender que todos estamos inseridos nessa nova conjuntura e devemos nos responsabilizar”, explica Góis.

"Me sinto muito honrado de poder participar dessa pesquisa, que eu acredito ser de grande importância. E fico honrado também de fazer parte de uma faculdade que esteja incentivando esse debate entre os estudantes", celebra o estudante Álvaro Almeida.

 

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