Canadense se torna primeira pessoa trans e não binária a conquistar medalha olímpica

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A final de futebol feminino dos Jogos Olímpicos de Tóquio entrou para a história como um marco de representatividade e diversidade. Com a vitória do Canadá sobre a Suécia, nos pênaltis, Quinn se tornou a primeira pessoa trans e não binária a conquistar uma medalha olímpica. Quinn joga no meio de campo da seleção canadense, que conquistou o seu primeiro ouro, após dois bronzes consecutivos, em Londres 2012 e na Rio 2016.

Segundo levantamento do site “OutSports”, os Jogos Olímpicos de Tóquio contam com pelo menos 160 atletas LGBTQIA+, o que torna a competição mais diversa do que as últimas duas edições.


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