Baiana Uvva é apontada como uma 'vinícola sem mesmice' por importante veículo nacional

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Destaque em diversos veículos nacionais e internacionais desde sua inauguração, em março de 2022, a vinícola baiana Uvva volta a brilhar, desta vez em matéria especial do jornal Valor Econômico, como uma "vinícola sem mesmice"

O texto, assinado pelo jornalista Daniel Salles, destaca marcas que valorizam a arquitetura exuberante, o espaço para a arte contemporânea, possibilidade de diferentes passeios e até visita a cachoeiras, como substitutos das clássicas visitas "enfadonhas", com longas explicações, que se popularizaram no mercado.

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Entre os pontos altos da Uvva, segundo a publicação, é a valorização da cultura e história da região onde está instalada em Mucugê, na Chapada Diamantina. Por lá, a instalação "Carta de ABC", que compõem a mostra "Tempo Espelhado", do artista plástico baiano Marcos Zacariades, chama atenção, mesmo não sendo de fácil "digestão".

A obra faz referência a "Cascalho", romance de Herberto Salles (1917-1999), também baiano, que foi adaptado para o cinema pelo cineasta Tuna Espinheira. A história se desenrola na própria Chapada Diamantina, em 1930, e trata de temas como garimpo e racismo. 

"Não é uma obra fácil, mas é importante que os visitantes tenham contato com a história da região", destaca Fabiano Borré, CEO da Uvva, que estará com as peças expostas até julho de 2024, quando uma nova exposição deve ganhar espaço. "Não quero que a vinícola perca essa conexão com artes da Chapada Diamantina", segue o empresário, que não descarta, em algum momento, espalhar esculturas pelos vinhedos.
 
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A exposição é só uma das atrações às quais os visitantes da vinícola têm à disposição. "Fizemos questão de apostar em um enoturismo que foge da mesmice, pois queremos que os turistas saiam encantados e não entediados", explica Fabiano, que, hoje, produz seis varietais (Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Petit Verdot, Syrah, Chardonnay e Sauvignon Blanc), além de dois blends tintos - os já premiados Diamã e Cordel. Dois espumantes, um Nature e um Extra Brut, acabam de ser lançados.

Para não ficar no clichê, o empresário disse ao Valor que, na hora de definir os programas para os turistas, lembrou de inúmeros passeios chatos que acompanhou em outras vinícolas. "Muitas só querem que os visitantes tirem uma foto, bebam uma taça e vão embora", diz. 

Para mudar essa realidade, além das exposições, a Uvva propõe tours que comportam no máximo oito visitantes, conduzidos por enólogos. Desde outubro, ele oferece a possibilidade dos visitantes almoçarem na própria vinícola, onde instalou o restaurante Arenito.

Além da Uvva, a matéria apresenta ainda diferenciais da Cave Geisse, em Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha, que promove trilha a bordo de jipes 4x4 com pausas nos vinhedos para fotografias, uma delas à beira de uma cachoeira, onde acontece uma degustação informal.

* Por José Mion, com informações de O Valor Econômico. Fotos: Divulgação e Rafael Martins.

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