Alexandre Accioly se defende de acusações após ser alvo da PF

O empresário Alexandre Accioly, dono e acionista de diversos negócios, sobretudo no Rio de Janeiro, é um dos investigados de operação que a Polícia Federal realizou nesta quinta-feira e que culminou com a prisão de Régis Fichtner, ex-secretário-chefe da Casa Civil no governo de Sérgio Cabral (PMDB). Suspeito de negócios ilícitos envolvendo o também empresário Georges Sadala, Accioly foi alvo de um mandado de busca e apreensão e intimado a depor.

 Em nota enviada à imprensa, o empresário afirma que prestou esclarecimentos sobre a venda de um imóvel, a compra de um automóvel e uma operação de crédito, que consistiu em um empréstimo feito por Sadala – preso na ação da PF desta quinta, batizada de C’est fini (expressão em francês para “é o fim”). Accioly alega que essa pendência foi totalmente quitada, em transações “amparadas por farta documentação comprobatória – tais como escritura, documentos de compra e venda de bens e respectivas transferências bancárias”.

Ele acrescentou também que se tratam de negócios de “caráter estritamente pessoal”, que “não se comunicam com as empresas nas quais detém participação”. (Por Veja).

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