O Brasil reúne 1.510 cientistas entre os mais influentes do mundo, segundo levantamento elaborado pelo pesquisador John Ioannidis, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com a editora científica Elsevier. Divulgada em 7 de outubro, a lista registra crescimento de 3,4% em relação a 2025, quando havia 1.461 representantes do país. As informações são da Folha de S.Paulo.
Apesar do acréscimo de 49 nomes, o Brasil permanece na 24ª posição mundial. Os Estados Unidos lideram, com 73.638 pesquisadores, seguidos por China, Reino Unido, Alemanha e Austrália. A seleção considera indicadores como citações dos trabalhos em outras pesquisas e a posição dos cientistas na autoria dos artigos.
Entre os destaques que atuam no país estão o médico Carlos Augusto Monteiro, da USP; o físico Constantino Tsallis, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas; o engenheiro Jayme Garcia Arnal Barbedo, da Embrapa; e o epidemiologista Cesar Gomes Victora, da Universidade Federal de Pelotas.
A USP lidera entre as instituições brasileiras. Segundo dados divulgados pela própria universidade, são 284 pesquisadores na lista de impacto anual, que considera citações recebidas ao longo de 2025. Na sequência aparecem Unicamp, com 105 nomes, e Unesp, com 87. Juntas, as três estaduais paulistas concentram 31,5% dos representantes do Brasil.