Danniel Vieira recebe diagnóstico de câncer de pele e faz vídeo de alerta: ‘Não seja pego de surpresa’

Danniel Vieira recebe diagnóstico de câncer de pele e faz vídeo de alerta: ‘Não seja pego de surpresa’

Redação Alô Alô Bahia

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Reprodução / Instagram

Publicado em 19/10/2026 às 19:03

O cantor baiano Danniel Vieira revelou nesta segunda-feira (19), em um vídeo publicado no Instagram, que recebeu um diagnóstico de câncer de pele no rosto há cerca de duas semanas. O artista contou que tem um carcinoma basocelular e passará por uma cirurgia para retirar o tumor nos próximos dias. Antes da confirmação, ele convivia com uma lesão que parecia uma espinha, mas não cicatrizava já havia quase dois anos.

Danniel admitiu que a notícia provocou medo, mas destacou que as orientações da equipe médica o ajudaram a compreender a doença. “Eu confesso que fui pego de surpresa. A falta de informação faz com que a gente fique apavorado, muito preocupado”, desabafou.

Confira:

Com o apoio de familiares e amigos, o cantor decidiu tornar o diagnóstico público para incentivar os seguidores a cuidarem da pele. No vídeo, recomendou o uso de protetor solar e de roupas com proteção UV, além da atenção aos cuidados com crianças e idosos. “Então esse vídeo foi feito aqui nesse momento, com coração apertado, pra que você entenda que eu tô fazendo esse vídeo pra te conscientizar, pra que você passe protetor solar, que você passe protetor solar nos seus filhos, nos seus pais, alerte seus amigos”, alertou.

O artista também explicou por que quis compartilhar a informação antes do procedimento: “Essa cirurgia vai ser feita daqui a alguns dias, e eu queria trazer essa informação antes de eu fazer a cirurgia. A gente não sabe qual a extensão desse câncer aqui no meu rosto, a gente está vendo que é uma coisa pequena, mas vamos rezar pra que seja pequena internamente também pra que não faça uma cicatriz muito grande no meu rosto.”

O que é o carcinoma basocelular?

O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele e integra o grupo dos tumores não melanoma. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), aparece com maior frequência em regiões expostas ao sol, como rosto, orelhas, pescoço e couro cabeludo. Tem baixa letalidade e altas chances de cura quando identificado e tratado precocemente.

Em geral, apresenta crescimento lento e raramente se espalha para outras partes do corpo. Ainda assim, pode invadir e comprometer os tecidos ao redor, exigindo tratamento. A cirurgia é uma das principais opções para a retirada da lesão, e a abordagem depende das características de cada caso.

Feridas que não cicatrizam, lesões que sangram e alterações persistentes na pele devem ser avaliadas por um dermatologista. Para reduzir o risco, a orientação é combinar protetor solar com roupas, chapéus, sombra e cuidados para evitar exposição excessiva ao sol. Essas medidas diminuem o risco, mas não eliminam a possibilidade de desenvolver a doença.

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