Imagens inéditas mostram detalhes do lago paradisíaco de Neymar e tempo recorde de construção surpreende

Imagens inéditas mostram detalhes do lago paradisíaco de Neymar e tempo recorde de construção surpreende

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Gabriel Moura

Reprodução

Publicado em 19/10/2026 às 16:44

A empresa responsável pela construção do lago artificial da mansão de Neymar, em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, voltou à propriedade três anos após a conclusão do projeto e revelou detalhes da obra. Em um vídeo divulgado nas redes sociais no domingo (18), os profissionais mostraram o resultado da intervenção, que inclui um lago de aproximadamente mil metros quadrados, uma quadra de areia e uma área de lazer cercada por vegetação e rochas.

Um dos detalhes revelados foi o prazo de execução. Segundo o responsável pelo projeto, toda a transformação foi realizada em apenas nove dias. “O projeto magnífico foi feito em nove dias. E não só o lago: o lago, a quadra, o paisagismo e todo esse cenário. A harmonia de tudo isso: a composição de podas, rochas. Olha o tamanho de cada pedra”, afirmou durante a gravação.

Concluída em junho de 2023, a obra aproveitou uma estrutura que já existia na propriedade e a transformou em uma piscina com aparência de lago natural. O projeto também contemplou a instalação de areia, a criação da quadra e a distribuição de plantas e pedras de diferentes tamanhos. No vídeo, a empresa destacou a combinação desses elementos e o planejamento do paisagismo para integrar a área de banho ao restante do terreno.

A construção, no entanto, foi alvo de uma disputa ambiental. Ainda em junho de 2023, a Prefeitura de Mangaratiba interditou o espaço após identificar possíveis irregularidades envolvendo movimentação de terra, retirada de vegetação e intervenções em recursos hídricos sem as autorizações necessárias. No mês seguinte, a família de Neymar recebeu multas que, somadas, chegaram a aproximadamente R$ 16 milhões.

As penalidades foram contestadas na Justiça e acabaram suspensas em 2024. Em março de 2026, as quatro autuações foram anuladas judicialmente. A decisão considerou que não havia comprovação técnica de dano ambiental nem exigência de licenciamento prévio para as intervenções realizadas na propriedade.

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