Canonização de Santa Dulce dos Pobres completa 7 anos nesta terça-feira (13)

Canonização de Santa Dulce dos Pobres completa 7 anos nesta terça-feira (13)

Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 13/10/2026 às 16:54

Há exatos sete anos, em 13 de outubro de 2019, Irmã Dulce era canonizada pelo Papa Francisco, no Vaticano, e passava a ser oficialmente chamada de Santa Dulce dos Pobres. A cerimônia, realizada na Praça de São Pedro, reuniu milhares de fiéis e tornou a religiosa baiana a primeira mulher nascida no Brasil a ser canonizada pela Igreja Católica.

Conhecida como Anjo Bom da Bahia, Dulce nasceu Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, em 26 de maio de 1914, em Salvador. Sua trajetória foi marcada pelo trabalho de assistência às pessoas pobres e doentes, iniciado ainda jovem e que deu origem a uma das maiores obras sociais do país.

Em 1988, Irmã Dulce foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz. Três anos depois, já com a saúde debilitada e internada, recebeu a visita do Papa João Paulo II durante a passagem do pontífice pelo Brasil.

A religiosa morreu em 13 de março de 1992, aos 77 anos, em Salvador. O processo que levaria ao reconhecimento de sua santidade avançou nas décadas seguintes. Em 22 de maio de 2011, Irmã Dulce foi beatificada durante uma celebração na capital baiana.

Oito anos depois, em 13 de outubro de 2019, veio a canonização pelo Papa Francisco, no Vaticano. A partir daquele momento, a religiosa passou a ser venerada oficialmente pela Igreja Católica como Santa Dulce dos Pobres, consolidando uma devoção que já mobilizava fiéis na Bahia e em diferentes regiões do Brasil.

 

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