Um ano após o falecimento de Preta Gil, vítima de um câncer de intestino aos 50 anos, a trajetória da cantora é revisitada no documentário “Meu Nome é Preta”, produção original do Globoplay. Dividida em quatro episódios lançados semanalmente às segundas-feiras, a obra reúne relatos de pessoas que fizeram parte da vida da artista, com destaque para os depoimentos da cantora Ivete Sangalo.
Amigas desde o início dos anos 2000, Ivete intercalou risos e lágrimas ao gravar sua participação. A artista baiana confessou que, embora acredite que a amiga mereça a produção para que seu legado seja mantido vivo, ela ainda lida com uma sensação de estranheza ao falar publicamente sobre a perda, justificando a dificuldade de enquadrar a relação das duas em um formato audiovisual.
“É o seguinte: quando a gente vai fazer essas coisas, é uma coisa boba minha, mas entra num lugar artístico, uma situação artística. O que eu tenho para falar dela não tem nada disso, então me sinto um pouco estranha”, desabafou a cantora.
Para Ivete, a dinâmica da amizade era baseada puramente na simplicidade e em conversas descontraídas. “Éramos bestas e o documentário requer uma certa poesia sobre isso que eu não consigo enxergar assim. Quando a gente falava umas coisas inteligentes, ela falava: ‘Você é inteligente, viu?'”, relembrou.
Desabei com o depoimento da Ivete #PretaNaGlobo pic.twitter.com/C4Ef3dV3E3
— Central Reality (@centralreality) July 21, 2026