Rachel Gutvilen, ex-bailarina do programa Domingão do Faustão, não escondeu seu orgulho ao comemorar mais uma conquista do filho Romeu. Com apenas 11 anos de idade, o menino foi aprovado na primeira fase do vestibular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Em entrevista à revista Quem, a mãe coruja destacou a importância do resultado para a família. “Vibrei muito quando soube do resultado. Sou mãe solo, então a família é pequena. Foi uma conquista que nos deixou imensamente orgulhosos”, afirmou.
Romeu já acumula um histórico de importantes realizações acadêmicas. Segundo a mãe, ele foi a primeira criança a ingressar na Mensa Brasil, associação que reúne pessoas com altas habilidades intelectuais e superdotação.
Apesar do desempenho acima da média, Rachel faz questão de ressaltar que o filho leva uma infância comum e que sempre buscou oferecer ao filho desafios compatíveis com suas capacidades intelectuais.
“Mesmo com um cognitivo extremamente avançado, ele anda de patins, brinca de esconde-esconde e faz travessuras como qualquer criança da idade dele. Mas desde que descobri a superdotação, procurei validar e incentivar os interesses dele. Quero que ele aprenda a lidar com frustrações, desenvolva disciplina e resiliência. Nem sempre ele vai vencer. Meu maior sonho não é formar apenas um profissional brilhante, mas um homem íntegro, gentil e feliz”, afirmou.
Além da aprovação na primeira fase da UERJ, Romeu também se destaca em competições acadêmicas e esportivas. Aos 7 anos, ele participou do programa Domingão com Huck, tornando-se, na época, o participante mais jovem da atração.
O garoto também é campeão de xadrez na categoria sub-6 em diversos torneios, conquistou duas medalhas na Olimpíada Internacional de Matemática Canguru e avançou para a primeira fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.
A ex-bailarina revelou que identificou os primeiros sinais quando Romeu tinha apenas 5 anos. Na época, o menino apresentava tiques associados à ansiedade. Ao perceber o interesse intenso por números, Rachel decidiu buscar aulas particulares de matemática, o que trouxe resultados imediatos.
“Eu sabia que ele era fascinado por matemática. Quando começou a ter aulas específicas, os tiques desapareceram. Era uma ansiedade causada pela falta de desafios intelectuais adequados”, explicou.
Atualmente, Romeu cursa o 8º ano em uma escola particular do Rio de Janeiro. Embora ainda não tenha definido qual carreira pretende seguir, ele já demonstra interesse por áreas ligadas à matemática, como a engenharia.