Estudantes baianas vencem olimpíada científica nacional com projeto sustentável de bioplástico

Estudantes baianas vencem olimpíada científica nacional com projeto sustentável de bioplástico

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Reprodução

Publicado em 25/05/2026 às 16:27 / Leia em 2 minutos

Um projeto desenvolvido pelas estudantes Letícia Pereira, Sabryna de Oliveira, Larissa Ferreira e Jénifer Xavier, do Colégio Estadual do Campo Olavo Ferreira Neto, no distrito de Maniçoba, em Juazeiro, no norte da Bahia, conquistou importante destaque nacional. As jovens foram vencedoras da 1ª Olimpíada Científica de Integração Nacional, realizada neste mês neste mês de maio, na categoria “Melhor Solução da Região Nordeste”.

Orientadas pela professora Francilma Pinheiro, as alunas criaram o projeto “Biomanga”, um bioplástico sustentável produzido a partir de resíduos da manga. A iniciativa chamou atenção da comissão avaliadora por apresentar uma solução inovadora voltada ao reaproveitamento de matéria orgânica e à redução dos impactos ambientais.

Durante a competição, os estudantes participaram de desafios práticos, atividades orientadas e encontros formativos transmitidos ao vivo. As equipes precisaram desenvolver soluções em tempo reduzido, exercitando criatividade, pensamento científico, trabalho em equipe e comunicação.

Com o resultado, cada integrante do grupo recebeu uma bolsa de R$ 300 mensais durante um ano, totalizando R$ 3.600 para cada estudante.

A professora Francilma Pinheiro destacou a importância da experiência para o desenvolvimento acadêmico e pessoal das alunas. “Participar dessa Olimpíada Científica com minhas alunas foi uma experiência muito especial. Foi muito bonito acompanhar o esforço, a dedicação e a vontade delas de aprender”, afirmou.

Líder da equipe, a estudante Letícia Pereira ressaltou os aprendizados proporcionados pela competição. “Foi maravilhoso participar da olimpíada. A gente aprendeu coisas novas, perdeu o medo de gravar vídeos, desenvolveu criatividade e aprendeu a apresentar nossas ideias”, disse.

Segundo Letícia, a experiência foi além da premiação conquistada. “Foram três dias intensos, mas valeu muito a pena. A OCINA trouxe mais visibilidade para o nosso trabalho e mostrou o quanto os estudantes podem crescer quando recebem apoio e incentivo”, concluiu.

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