Liverpool empata com Chelsea por 1 a 1 na Premier League e vê vaga na Champions ainda em aberto

Liverpool empata com Chelsea por 1 a 1 na Premier League e vê vaga na Champions ainda em aberto

Redação Alô Alô Bahia

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Redação Alô Alô Bahia

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Publicado em 09/05/2026 às 10:42 / Leia em 4 minutos

O Liverpool ficou no empate por 1 a 1 com o Chelsea neste sábado, 9 de maio de 2026, em Anfield, pela 36ª rodada da Premier League. Ryan Gravenberch abriu o placar logo no início, mas Enzo Fernández igualou ainda no primeiro tempo e impediu que os donos da casa transformassem a pressão inicial em vitória. O resultado mantém o Liverpool em quarto lugar, com 59 pontos, mais perto da zona de Champions League, mas sem margem confortável. O Chelsea, em nono, chegou a 49 pontos e encerrou uma sequência negativa de seis derrotas no campeonato.

Começo forte do Liverpool, resposta mais organizada do Chelsea

O Liverpool iniciou a partida com intensidade e encontrou rapidamente um caminho pelo lado esquerdo do ataque. Aos seis minutos, Rio Ngumoha participou da jogada e Ryan Gravenberch finalizou com força para colocar os mandantes em vantagem. O gol cedo deu ao time de Arne Slot a possibilidade de controlar o ritmo, mas essa superioridade não se sustentou por muito tempo.

Depois do impacto inicial, o Chelsea passou a ter mais presença no campo ofensivo e conseguiu esfriar a pressão em Anfield. A equipe visitante encontrou espaços especialmente nas costas da marcação pelo lado direito do Liverpool, com Marc Cucurella oferecendo profundidade, apoio e boa leitura para acelerar as jogadas. O empate nasceu em cobrança de falta de Enzo Fernández, aos 35 minutos, em lance que atravessou a área e terminou no fundo da rede.

Gols anulados, bola na trave e um segundo tempo aberto

A partida teve mais volume emocional do que controle técnico. O Chelsea chegou a virar no início do segundo tempo, em jogada concluída por Cole Palmer, mas o lance foi anulado por impedimento na origem. O Liverpool também teve um gol invalidado por posição irregular, em um momento no qual tentava retomar o controle territorial diante de uma defesa visitante mais compacta.

Nos minutos finais, o jogo ficou mais direto. O Liverpool buscou cruzamentos, bolas paradas e ataques mais acelerados, enquanto o Chelsea tentou responder em transições, aproveitando os espaços deixados pela subida dos laterais. Virgil van Dijk e Dominik Szoboszlai chegaram a acertar a trave, mas a equipe da casa não conseguiu transformar a pressão final em gol.

Cucurella sustenta o Chelsea; Liverpool sente falta de fluidez

O Chelsea teve em Marc Cucurella uma das peças mais consistentes da partida. Além de participar das saídas pela esquerda, o lateral deu equilíbrio ao time sem bola e ajudou a empurrar o Liverpool para trás em alguns trechos do jogo. Moisés Caicedo também foi importante para dar sustentação ao meio-campo, protegendo a defesa e oferecendo passes curtos para que o Chelsea respirasse sob pressão.

No Liverpool, Gravenberch foi decisivo pelo gol e Ngumoha deu energia ao ataque enquanto esteve em campo. Ainda assim, o time mostrou dificuldade para coordenar seus movimentos depois do primeiro quarto de jogo. A equipe teve presença ofensiva, mas alternou momentos de pressão com ataques espaçados, muitas vezes dependentes de ações individuais, bolas paradas ou cruzamentos. A reação da torcida ao apito final refletiu a frustração com a chance desperdiçada em casa.

Empate pesa de formas diferentes na tabela

Para o Liverpool, o ponto mantém a equipe dentro do G4, mas não resolve a disputa por vaga na próxima Champions League. A campanha chega à reta final com a sensação de que o time poderia ter encaminhado melhor sua situação diante de um adversário em crise. O empate em Anfield, portanto, tem valor prático na tabela, mas aumenta a cobrança sobre desempenho e consistência.

Para o Chelsea, o resultado tem leitura mais positiva. A equipe vinha de seis derrotas seguidas na Premier League e arrancou um ponto fora de casa contra um rival direto de alto nível competitivo. Ainda distante da briga principal na parte de cima, o time ao menos mostrou reação, especialmente pela capacidade de absorver o início ruim e competir melhor a partir do meio-campo.

O 1 a 1 deixa a impressão de uma partida em que o Liverpool começou melhor, mas não teve repertório suficiente para controlar o jogo depois da vantagem. O Chelsea, mesmo sem dominar completamente, foi mais estável em boa parte do duelo e encontrou no empate um alívio importante para interromper a sequência negativa.

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