Déa Lúcia Amaral falou sobre os cinco anos da morte do filho, o humorista Paulo Gustavo, vítima da Covid-19 em 4 de maio de 2021, aos 42 anos. A data coincide com a preparação para a estreia de “Meu filho é um musical”, espetáculo que homenageia o artista e chega aos palcos no fim de maio, no Rio.
Ela afirmou, ao Extra, que a dor da perda segue presente. “Para uma mãe, a pior dor que existe na vida é perder um filho. Não existe dor maior”, disse ao jornal. Espiritualista, Déa acrescenta que a fé ajuda a lidar com o luto e a entender a morte como parte de um ciclo, ainda que a ausência permaneça no dia a dia.
Déa também contou que a relação de afeto e acolhimento que tinha com o filho passou a impactar outras famílias. Segundo ela, é comum ser abordada por pais e filhos LGBTQIA+ que relatam mudanças dentro de casa após conhecerem sua história. Muitos dizem que o exemplo ajudou a promover aceitação e fortalecer vínculos familiares.
Hoje no elenco do Domingão com Huck, ela segue construindo a própria trajetória artística, sem deixar de manter viva a memória do filho. Sobre o musical, resume: é uma forma de retribuir as homenagens que sempre recebeu dele em vida — e, quem sabe, abrir caminho para novos projetos, como um filme.