As cerimônias de despedida do ex-jogador Oscar Schmidt, conhecido como “Mão Santa”, serão restritas à família. O ex-atleta morreu aos 68 anos, nesta sexta-feira (17), após passar mal.
A informação foi confirmada pela assessoria do ex-atleta. Em nota enviada à imprensa, a família destacou o legado de Oscar. “Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo”, diz o texto.
A despedida será restrita a pedido da família. “A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento, explica a assessoria.
Leia a nota da assessoria na íntegra:
“É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo. Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo. A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.
Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto. Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória. Atenciosamente, Equipe 14 Eventos”.
Carreira
Oscar tem uma longa trajetória no basquete, iniciada em 1974, no time do Palmeiras. Seu talento chamou atenção e foi convocado para a seleção juvenil de basquete. Em 1977, foi eleito melhor pivô do sul-americano juvenil e, com isso, garantiu vaga na seleção principal, com a qual foi campeão sul-americano e ganhou uma medalha de bronze no campeonato mundial das Filipinas, em 1978.
Sua carreira foi marcada por recordes: participou de cinco Olimpíadas, é o maior pontuador da história do basquete, com 49.703 pontos, e tem o recorde de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093, e 196 lances livres em um treino da Seleção Brasileira. Após se destacar na Seleção, ele foi jogar fora do país e atuou em times da Itália e da Espanha.
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