Exposição com mais de 60 obras em homenagem a Salvador entra em reta final no Museu da Misericórdia

Exposição com mais de 60 obras em homenagem a Salvador entra em reta final no Museu da Misericórdia

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Luana Veiga

Reprodução

Publicado em 14/04/2026 às 17:38 / Leia em 2 minutos

A ‘Mostra 477 – 477 anos da Cidade da Bahia’,  que reúne obras produzidas por 62 artistas plásticos baianos ou naturalizados baianos em homenagem a Salvador, encerra a sua temporada no Museu da Misericórdia neste sábado (18). A exposição foi idealizada para marcar o aniversário da cidade, celebrado em 29 de março. Com diferentes expressões artísticas como fotografia, desenho, pintura e escultura, os trabalhos exaltam a história, a fé, a natureza, lugares, pessoas e manifestações culturais, celebrando a beleza, a riqueza e a diversidade da capital baiana.

A visitação pode ser feita terça a sexta-feira, das 9h às 17h; e no sábado, das 9h às 16h30. No dia 18, das 14h às 16h30, acontece um bate-papo com o arquiteto e professor Chico Senna, que assina o texto de apresentação da exposição, marcando o o encerramento da mostra, .

“Nosso objetivo é utilizar a potência criativa destes artistas para celebrar e representar Salvador através da arte contemporânea”, contam os curadores da exposição, o artista plástico Chico Mazzoni e a museóloga Ângela Petitinga. Eles revelam ainda a intenção de tornar a mostra anual. “Queremos que essa edição seja uma semente para um caminho contínuo, um encontro marcado para que a cada ano, no aniversário de Salvador, a cidade e a arte voltem a se encontrar, reafirmando a renovação e a reinvenção, tão sinalizadoras da contemporaneidade”, acrescentam.

Já Chico Senna destaca a criatividade  e autenticidade dos artistas plásticos ao evocar uma cidade tão rica e inspiradora como Salvador: “Nascidos ou naturalizados baianos, de várias gerações, estes artistas, tão plurais e diversos nas suas linguagens, regionalmente universais, expressaram-se para homenagear Salvador, uma cidade onde os limites não encontram obstáculos para suas explosões artísticas”.

A mostra, que também presta tributo ao mestre Carybé, reúne trabalhos em suportes, linguagens e técnicas diversas, desde o desenho, a pintura, a  fotografia e a joalheria, até as artes digitais e outros híbridos, além de esculturas em metal, madeira, cerâmica e poliuretano. Entre elas, uma que utiliza o Raku, milenar técnica japonesa de emendar pedaços de cerâmica com ouro verdadeiro.

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