A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta segunda-feira (21), mostra uma disputa presidencial concentrada entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). No primeiro turno, Lula aparece com 37% das intenções de voto, contra 33% de Flávio. Augusto Cury (Avante) tem 6%, Ronaldo Caiado (PSD), 4%, Renan Santos (Missão), 3%, e Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP), 1% cada. Outros candidatos não pontuaram, enquanto brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 7% e os indecisos, 8%.
Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou de 36% para 37%, enquanto Flávio passou de 31% para 33%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, as variações estão dentro do intervalo estatístico da pesquisa.
O levantamento também testou um eventual segundo turno entre os dois principais candidatos. Nesse cenário, Flávio aparece numericamente à frente, com 42%, contra 41% de Lula, configurando empate técnico. Brancos, nulos e aqueles que não pretendem votar somam 14%, enquanto 3% estão indecisos.
A Quaest também simulou outros confrontos de segundo turno. Lula aparece com 41% contra 39% de Ronaldo Caiado; 39% contra 35% de Augusto Cury; 41% contra 38% de Renan Santos; e 46% contra 32% de Romeu Zema.
Outro dado que chama atenção é a rejeição. Flávio Bolsonaro aparece com 56%, seguido por Lula, com 55%. Na sequência estão Romeu Zema, com 43%, Ronaldo Caiado, com 40%, Renan Santos, com 35%, e Augusto Cury, com 28%.
A avaliação do governo Lula registra 50% de desaprovação e 44% de aprovação. Na rodada anterior, realizada em 14 de setembro, os índices eram de 50% e 43%, respectivamente. A pesquisa também perguntou aos eleitores qual cenário mais temiam nas eleições: 43% disseram ter maior receio de um novo mandato de Lula, enquanto 42% afirmaram temer mais o retorno da família Bolsonaro à Presidência.
O levantamento ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre os dias 17 e 20 de setembro, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e foi contratado pela TV Globo e pelo jornal O Globo. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06004/2026.