Muito antes de se consagrar como atriz, cantora e bailarina, Cláudia Raia teve uma trajetória de destaque na ginástica olímpica. A artista revelou que chegou a conquistar títulos na modalidade durante a infância e a adolescência e contou, com bom humor, por que acabou deixando o esporte.
A revelação aconteceu durante a participação de Cláudia no programa “Só Até Aqui”, apresentado por Dan Mendes. Ao relembrar diferentes fases de sua vida, a atriz contou que chegou a ser campeã em duas importantes competições.
“Quando eu era criança, adolescente, eu fui campeã campineira de ginástica olímpica e depois fui campeã paulista de ginástica olímpica”, revelou.
Cláudia ainda arrancou risadas ao explicar o motivo inusitado que a levou a abandonar a modalidade. Segundo ela, o crescimento durante a adolescência acabou dificultando a continuidade na ginástica.
“Mas aí eu cresci demais, não rolou mais. Não rolou, fiquei muito grande”, brincou.
A experiência no esporte aconteceu antes de Cláudia construir uma carreira de sucesso nos palcos e na televisão. A disciplina e a dedicação exigidas pela ginástica fizeram parte de sua formação artística, que posteriormente também passou pela dança e pelo canto.
Cláudia Raia também fala sobre maternidade
Durante a entrevista, a atriz também falou sobre uma das experiências que considera mais complexas de sua vida: a maternidade. Questionada sobre o que seria mais difícil entre suas diferentes atividades, ela foi direta.
“Ser mãe, com toda certeza”, afirmou.
Cláudia explicou que não existe uma fórmula para a maternidade e que a experiência com um filho não necessariamente prepara uma mãe para a chegada de outro.
“É muito mais complexo. Para ser mãe não tem técnica, não tem aprendizado, não tem uma teoria, cartilha, não tem nada que você possa seguir”, disse.
A atriz também comentou sobre a relação do filho Luca, de 3 anos, com as telas. Segundo ela, a família restringiu o contato do menino com celulares, tablets e outros dispositivos durante os primeiros anos.
“Não deixamos ele ver tela até os dois anos e pouco. Ele vê pouquíssima tela. Eu prefiro levá-lo ao cinema para ele ver um filme do que ele ficar vendo tela”, contou.
Segundo Cláudia, o filho desenvolveu uma relação consciente com o uso das telas e já consegue estabelecer seus próprios limites.
“Ele mesmo dá o stop. Ele já tem uma consciência de tela”, relatou.