Arena Fonte Nova e monumentos de Salvador ganham iluminação lilás pelos 20 anos da Lei Maria da Penha

Arena Fonte Nova e monumentos de Salvador ganham iluminação lilás pelos 20 anos da Lei Maria da Penha

Redação Alô Alô Bahia

redacao@aloalobahia.com

Redação Alô Alô Bahia

Reprodução/Instagram

Publicado em 07/08/2026 às 20:43

A Arena Fonte Nova e diversos monumentos e equipamentos públicos de Salvador foram iluminados de lilás na noite desta sexta-feira (7) em homenagem aos 20 anos da Lei Maria da Penha. A ação integra a programação do Agosto Lilás 2026 e reúne a Prefeitura de Salvador, a Arena Fonte Nova e o Esporte Clube Bahia em uma mobilização de conscientização pelo enfrentamento à violência contra a mulher.

Além do estádio, receberão iluminação cênica especial o Monumento a Salvador, os Arcos da Montanha, o Bambuzal do Aeroporto, as estações do BRT entre Cidade Jardim e Barris, o Pórtico do Centro Histórico e a Casa do Olodum.

Segundo a vice-prefeita Ana Paula Matos, a iniciativa reforça o compromisso da cidade com a proteção das mulheres. “Iluminar Salvador de lilás é muito mais do que um gesto simbólico. É afirmar que nossa cidade não se cala diante da violência contra a mulher”, destacou.

A programação do Agosto Lilás reúne, ao longo do mês, ações educativas, mobilizações e iniciativas de fortalecimento da rede municipal de enfrentamento à violência contra a mulher.

 

20 anos da Lei Maria da Penha

Sancionada em 2006, a Lei Maria da Penha representa um marco no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, garantindo proteção a vítimas independentemente de a relação ser heterossexual ou homoafetiva, além de contemplar mulheres transexuais.

A norma estabeleceu uma série de mecanismos voltados à proteção da integridade física, psicológica, moral, sexual e patrimonial das mulheres. Entre as medidas previstas estão a prisão em flagrante e a prisão preventiva do agressor em situações que representem risco à vítima.

A legislação também assegura à mulher o direito de manter o vínculo empregatício por até seis meses caso seja necessário o afastamento do trabalho por questões de segurança.

Outro instrumento importante são as medidas protetivas de urgência, que podem determinar o afastamento do agressor do lar, a proibição de contato com a vítima e ações para resguardar o patrimônio da mulher.

 

Compartilhe

Alô Alô Bahia Newsletter

Inscreva-se grátis para receber as novidades e informações do Alô Alô Bahia