A família do jornalista Eduardo Meirelles, que morreu na madrugada desta quarta-feira (29), no Rio de Janeiro, confirmou ao Metrópoles que a causa da morte foi um infarto fulminante. O profissional tinha 30 anos e, segundo parentes, convivia desde os 9 anos com um sopro no coração.
De acordo com uma das primas, Eduardo passou mal por volta das 2h dentro do apartamento onde morava. Ele chegou a descer para pedir ajuda ao porteiro, que acionou uma ambulância, mas morreu antes da chegada do socorro.
O corpo será levado do Rio de Janeiro para Luziânia (GO), cidade onde a família reside, nesta quinta-feira (30). As informações sobre o velório e o sepultamento serão divulgadas posteriormente.
Nas redes sociais, familiares e amigos prestaram homenagens e lembraram Eduardo como um profissional dedicado e apaixonado pela vida. Ao longo da trajetória, ele também atuou em movimentos sociais no Distrito Federal. “Crescer com você foi um presente para mim, mas me despedir não era uma opção agora. Mesmo sem entender, saiba que te amo e sempre amarei”, escreveu uma prima.
Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), Eduardo Meirelles foi voluntário da Anistia Internacional, dirigiu o Centro Acadêmico de Comunicação Social da UnB, participou do DCE da universidade e atuou na União Nacional dos Estudantes (UNE) em defesa de estudantes de baixa renda.
Na carreira, trabalhou como assessor de imprensa no Senado Federal e integrou a redação do Poder360. Em 2019, passou a atuar na defesa dos povos indígenas e apresentou, ao lado da atriz Lucélia Santos, o podcast sobre meio ambiente Seguir Esperneando, da Revista Xapuri.
A parceria também resultou no livro “Lucélia Santos – Coragem Para Lutar”, lançado em 2022 pela editora Telha em comemoração aos 50 anos de carreira da atriz, reunindo sua trajetória artística e política.